terça-feira, 9 de fevereiro de 2010

Servidores do Google

* Artigo do site iConnect.

O Google nunca foi de mostrar seu funcionamento interno. Temos pouco acesso às entranhas da tecnologia que roda em Mountain View. Podemos dar uma espiada nos artigos científicos publicados por Googlers. Vários destes artigos dão amostras de tecnologias primordiais para o Google. BigTable, MapReduce e PageRank (claro), são algumas delas.
Entretanto, quando o assunto é sobre os seus imensos Data Centers, o Google não costuma dar muitas amostras. Até então. Pois recentemente, a empresa abriu as portas e mostrou como consegue armazenar, utilizar e dar manutenção em centenas de milhares de computadores eficientes.


Em uma conferência sobre eficiência em Data Centers, o Google revelou detalhes do funcionamento e práticas usadas para alcançar melhor uso da energia e resfriamento de suas máquinas. Ao contrário de outras grandes empresas, o próprio Google desenha e constrói seus servidores.



A surpresa dos especialistas foi descobrir que cada servidor possui uma bateria autônoma de 12 volts. Caso acontença algum problema com o fornecimento de energia são essas baterias que fazem as máquinas continuarem a trabalhar.
A abordagem de baterias individuais para cada servidor tem uma boa e grande razão: redução de custos. Usar uma bateria junto ao servidor é mais barato e os custos crescem em razão do número de servidores. Data centers tradicionais, usam grandes baterias (chamadas de uninterruptible power supplies – UPS) para garantir suprimento de energia ininterrupto antes de um possível gerador de energia entrar em funcionamento. Desta forma, quando é preciso aumentar a capacidade das baterias, compra-se outra gigantesca máquina: muito dinheiro e desperdício de dinheiro. Além disso, os UPS alcançam de 92% a 95% de eficiência, em contraste com 99% de eficiência na abordagem do Google. Segundo a empresa, as expectativas da Agência de Proteção Ambiental para o ano de 2011 em termos de eficiência já foram alcançados no Google.
"Isso é muito mais barato que grandes UPS centralizados", comenta Ben Jai, designer dos servidores Google. "Não há capacidade perdida"
O Google também revelou que seus data centers são construídos com base em grandes containers (sim, que nem aqueles que vemos nos portos). Cada um pode abrigar 1.160 servidores e o consumo total pode chegar a 250 kilowatts. Eu não queria pagar essa conta de luz.


Cada servidor tem 8,8 centímetros de largura, com 2 processadores (x86 da AMD e Intel), 2 discos rígidos e 8 slots de memória, tudo numa placa-mãe fabricada pela Gigabyte.


A empresa tem um forte foco na eficiência em energia e pretende ajudar outras empresas a diminuir custos. Além de ajudar o meio ambiente, desperdiçando menos eletricidade. Entre os interesses do Google, ainda estão: cooling (resfriamento), distribuição de energia e cuidados para que ar quente e frio se misturem.
Outra amostra da perseverança do Google com efieciência é o design das Fontes de alimentação de energia (ou apenas Power Supplies). Elas convertem a convencional eletricidade AC (corrente alternada) em DC (corrente direta). As fontes geralmente fornecem energia DC tanto a 5 quanto 12 volts. Já nos servidores do Google, há apenas 12 volts com a conversão sendo feita dentro da placa-mãe. Aumentando em poucos dólares o preço da placa-mãe, mas diminuindo o preço das Power Supplies e fazendo com que as fontes sejam mais eficientes por sempre estarem mais perto do pico da capacidade.


O Google enfrentou nestes 10 anos grandes desafios para garantir a escalabilidade dos seus serviços. Manter a caixa de busca online 24h por dia da forma mais eficiente possível mostrou-se uma obcessão e rendeu frutos. A empresa possui Data Centers  eficientes e amigáveis a natureza.

Fonte: Googlediscovery.com

sábado, 30 de janeiro de 2010

Google: muito além das buscas

* Artigo do site iConnect.

Google. Para muitas pessoas, apenas essa palavra já significa muita coisa. Para outras, essa gigante americana da internet é conhecida pelo buscador que lhe trouxe a fama e que marcou o nome da companhia na web.
O Google foi criado em 1996 por Larry Page e Sergey Bin, ainda estudantes universitários, que tinham a idéia de desenvolver um buscador rápido, eficiente e prático. Assim surgiu o famoso Google Search.
A escolha do nome foi a partir da expressão googol, que representa o número 1 seguido de 100 zeros. E, devido a um erro na hora do registro, chegamos ao Google! A sede da empresa fica no Googleplex em Mountain View, na cidade de Santa Clara, Califórnia, nos EUA.
Hoje, o Google é a maior empresa da internet e conta com dezenas de aplicativos e ferramentas que, na sua maioria, são gratuitas. E muitas delas você utiliza sem nem mesmo saber que faz parte dessa grande gama de produtos.
Digamos que você queira usar a internet para ver um vídeo bacana, que algum amigo seu comentou há um tempo. Você abre o Google Chrome e vai direto para o YouTube e tem acesso ao maior acervo de vídeos de todo o mundo, com diferentes funcionalidades e conexões com diversos lugares da rede.
Mais de 50% do mercado desse segmento é comandado pelo YouTube, sendo esse o sexto site mais acessado em todo o Brasil. O Google comprou o YouTube em 2006, por US$ 1,65 bilhão e unificou o serviço com o Google Vídeo. No mesmo ano a Time, uma das mais conceituadas revistas americanas, elegeu o serviço como a maior invenção daquele ano.
Ai, você quer mostrar aquele vídeo para todo mundo. Abrimos o Orkut e compartilhamos vídeos e fotos com toda a nossa rede de amigos. Aliás, o Orkut é a maior rede social do Brasil, com 23 milhões de pessoas filiadas ao serviço. Devido a esse número gigantesco, a rede social é comandada pelo Google Brasil desde 2008.
Feito todo o processo, você acessa o Gmail e troca conversas com seus amigos através do e-mail convencional ou pelo GTalk, a ferramenta de bate-papo do Google. O Google Mail é o maior serviço de emails da web, oferecendo mais de 7,3Gb de espaço para armazenamento na caixa de mensagens.

quarta-feira, 27 de janeiro de 2010

iPad: o tablet da Apple


* Artigo do site iConnect.

Steve Jobs, executivo-chefe da Apple, disse hoje, ao abrir o evento de imprensa da companhia: "Queremos começar 2010 ao lançar um produto mágico e revolucionário". Depois de inúmeros rumores, iPad se confirma como o tablet da Apple, incluindo uma versão com conectividade 3G. O aparelho pesa 680 g, tem 1,27 cm de largura e tela de cristal líquido de 9,7".
Para Jobs, o iPad se encaixa em uma nova categoria de produto, entre o smartphone e o notebook, sem ser, necessariamente, um netbook. "Todos usamos laptops e smartphones, e levantamos a questão: existe espaço para algo intermediário? Nos questionamos por anos para criar tal categoria, tínhamos que ser melhor ao fazer certas tarefas, melhor que o laptop e melhor que o smartphone", afirmou Jobs.
O iPad permite navegar na internet (ainda sem suporte ao padrão Adobe Flash, como no iPhone), ver vídeos e ouvir músicas, com downloads direto da iTunes Store. A tela de 9,7 polegadas é sensível a múltiplos toques e permite digitar em um teclado virtual. O iPad usa um processador Apple A4 de 1 GHz, tem conectividade Wi-Fi (padrão 802.11n), armazenamento de 16 GB a 64 GB (em memória Flash), Bluetooth 2.0, alt0-falantes, microfone e, diz Jobs, bateria que dura até 10 horas.

O tablet da Apple usa o mesmo sistema operacional do iPhone. Desse modo, é possível rodar aplicativos do smartphone em tela cheia no iPad. A Apple oferece, a partir de hoje, um novo kit de desenvolvimento de software para o iPhone para criação de aplicativos do iPad.

Além disso, o iPad vem com aplicativo iBooks, para leitura de livros eletrônicos. "A Amazon fez um grande trabalho ao ser pioneira nisso", disse Jobs. O iBooks permite comprar livros eletrônicos de cinco editoras norte-americanas inicialmente. O iPad roda também uma versão adaptada do pacote de produtividade iWork, da Apple.

A versão com 3G será vendida com exclusividade pela operadora AT&T nos Estados Unidos, com planos especiais de dados para o aparelho (US$ 14,99/mês para 250 MB, US$ 29,99 para acesso ilimitado). Na versão apenas com Wi-Fi, o iPad vai custar US$ 499 (16 GB), US$ 599 (32 GB) e US$ 699 (64 GB). Com 3G, some US$ 130 a cada aparelho.

Segundo a Apple, o iPad na versão com Wi-Fi começa a ser vendido em 60 dias. Com 3G, em 90 dias nos Estados Unidos.



Fonte: Terra

sexta-feira, 22 de janeiro de 2010

32 e 64 bit: você sabe as diferenças?

* Artigo do site iConnect.

Você sabe as diferenças entre 32 bit e 64 bit? Sabe quais as vantagens e desvantagens de se ter um processador ou um sistema operacional em um ou outro padrão? Bom... para começar, é bom entender que bit é uma unidade. Do mesmo jeito que os metros servem para medir distâncias, o bit serve como medida de informação digital. Teoricamente, o processador de 64 bit pode processar o dobro de bits que um processador de 32 bit ao mesmo tempo. Isso é até meio óbvio. Outra vantagem dos processadores de 64 bit é que eles conseguem gerenciar muito mais memória RAM. Os de 32bit só trabalham com o máximo de 4 giga, número baixo se levarmos em consideração as exigências de alguns programas que já fazem parte do nosso dia-a-dia. Só que para todo esse potencial seja aproveitado ao máximo, é necessário que o seu sistema operacional também opere em 64bit. Por isso mesmo, o Windows XP, o Vista e, mais recentemente, o Windows 7, oferecem as 2 possibilidades.
Até pouco tempo, por mais que você tivesse um processador e um sistema operacional rodando em 64 bit, ainda enfrentaria problemas. É que a maioria dos programas disponíveis no mercado ainda não tinha se adaptado à nova realidade. Hoje, quase todos os softwares já rodam na nova plataforma. Portanto, é bom que você dê preferência a um processador 64bit e a um sistema operacional 64bit a partir de agora. Aliás, os processadores de 32 bit, tão fortes no mercado até pouquíssimo tempo, já estão caminhando para o esquecimento.

Fonte: Olhar Digital.

Sobre o desenvolvimento de temas WordPress

* Artigo do site iConnect.

O que é um tema WordPress?

Imagine o sistema de tema do WordPress como uma "pele" do seu blog/site, tendo a sua disposição diversas cores e formatos e controles precisos sobre a apresentação gráfica e de conteúdo.
Um tema WordPress é uma coleção de arquivos que juntos produzem a interface gráfica com a identidade visual desejada. Esses arquivos são chamados de arquivos de templates, os quais podem ser imagens, folhas de estilos (CSS), JavaScript, páginas personalizadas e arquivos PHP.
O WordPress é muito flexível ao ponto de lhe permitir o uso de arquivos personalizados, mas rígido em relação a alguns arquivos-padrão, os quais precisam respeitar certa nomenclatura.

Devo realmente criar um tema WordPress?

Sim e não. São duas respostas condizentes a essa pergunta e lhe explico o motivo.
A quantidade de temas disponíveis no diretório do WordPress.org não é tão expressiva quanto os plugins. Há mais de 1.000 temas gratuitos. Já a quantidade de downloads, sim, foi mais de dez milhões.
O que significa dizer que você terá um tema parecido com diversos outros e seus usuários não assimilarão uma identidade própria que o lembre. Se for um blog corporativo ou o site de uma empresa, o problema é ainda maior.
É relevante desenvolver um tema específico e garantir a preservação da identidade visual do projeto em que está envolvido e atender seus próprios anseios. E, te garanto, é muito simples e fácil.

O que você precisa para criar um tema WordPress?

Imaginação e conhecimentos em design para criar um bom layout; dominar o HTML e o CSS que compõem as camadas de marcação e apresentação, respectivamente, além de conhecimentos básicos de PHP e das tags de template do WordPress.
Os temas WordPress, além de HTML e CSS, utilizam o PHP para chamar suas tags de templates do WordPress. Logo, se faz necessário um ambiente de desenvolvimento para essa linguagem. O XAMPP poderá te auxiliar na instalação do referido ambiente.

Ambiente de desenvolvimento em PHP

Como dito anteriormente, é necessário ter um ambiente PHP para desenvolver os temas WordPress, e para rodá-lo. Através do XAMPP, a instalação desse ambiente é simples e descomplicada. Ah, o XAMPP é gratuito.

Fonte: iMasters

Coding Standards

* Artigo do site iConnect.

Por que aprender Coding Standards?

Atualmente, fala-se um pouco sobre Code Standards. Porém, fala-se bem mais do que há 5 anos. Com o "boom" do Tableless, a W3C ganhou um pouco mais de visibilidade, e seus padrões começaram a ser praticados no meio web, abrangendo basicamente HTML, CSS, XML, etc.
O grande diferencial passa a ser notado quando se define Code Standards no desenvolvimento em linguagens como: PHP, JavaScript, etc. A Sun tem uma ótima documentação de Code Standards, que normalmente é seguida pelos desenvolvedores Java, e criou também, um Padrão de Documentação em Código excelente, conhecido como JavaDoc, onde há ferramentas que geram a documentação em HTML e outros formatos baseados nos blocos de documentação feitos no código fonte.
Mais tarde, baseados nesse padrão, surgiram: PHPDoc, JSDoc e CSSDoc, seguindo a mesma base e estrutura de documentação, o que facilita a tomada de decisão com relação a qual padrão de documentação deve-se seguir.

Qual a importância?

Em se definindo e aplicando "Padrões de Codificação e Documentação", há um enorme ganho com:
  • Facilidade de implementação;
  • Melhorias no código em:
    • Visibilidade;
    • Portabilidade;
    • Reaproveitamento;
  • Redução de tempo em:
    • Adaptação de novos desenvolvedores.
    • Manutenção;
    • Migração;
    • Identificação, rastreamento e correção de erros.
  • Diminuição de reescrita de código por falta de documentação.
Nas fábricas de software, padrões de codificação, nomenclaturas e documentação refletem diretamente na diminuição do alocação de recursos e consequentemente prazo de entrega, tempo de desenvolvimento e custo final do projeto.

Fator profissional

Por ser uma prática pouco conhecida e disseminada entre desenvolvedores Júnior e Pleno, o profissional que trabalha sob coding standards destaca-se entre os demais. A necessidade/utilidade é percebida ao entrar em um ambiente de desenvolvimento com maior número de profissionais, observando a realidade das fábricas de softwares.
Com certeza, há uma tendência natural de que Code Standards seja um requisito obrigatório para quem é ou pretende ser arquiteto de linguagem, seja Java, PHP, Delphi ou qualquer outra. Para desenvolvedores Java é praticamente requisito indispensável seguir o padrão oferecido pela SUN, e para desenvolvedores PHP já temos ótima disseminação do assunto nos recentes eventos nacionais e regionais, bem como o "PHP Standards", que está sendo discutido e elaborado por vários líderes de  projetos/frameworks de renome. Em breve, teremos um padrão a ser seguido para projetos a partir da versão 5.3 do PHP.

Onde encontrar informações:

Se você trabalha com PHP, há o artigo: PHP Coding Standards falando sobre o assunto e com materiais de referência que irão facilitar muito sua vida. Sendo Java: Code Conventions for the Java Programming Language.
Em breve publicarei mais artigos aprofundando esse assunto que, com certeza, é bastante abrangente e importante.

Fonte: iMasters

Ambiente JavaEE no Linux

* Artigo do site iConnect.

Olá, pessoal, hoje vou mostrar como é rápido montar um ambiente Java/JEE em ambiente Linux. Para este artigo escolhi Ubuntu. Se você pretende usar o ambiente Linux como desenvolvimento Java, veja que a instalação e a configuração são tão fáceis quanto no Windows.
A versão que usei para fazer os testes foi Ubuntu 8.04, que oferece o recurso de virtualização, o que nos permite instalar a distribuição sem precisar particionar o HD, ou seja, o sistema operacional é instalado como programa.
O objetivo deste artigo é para você que é programador, desenvolvedor etc e deseja ter o Linux como ambiente de desenvolvimento. É comum ainda hoje encontrarmos desenvolvedores de nível Pleno, Sênior com conhecimento apenas em um ambiente de desenvolvimento na maioria Windows. Claro que não é requisito que o programador saiba programar em ambiente Linux, porém é um diferencial no currículo para qualquer profissional de TI.
Requisitos
  • Ter o Ubuntu instalado no computador (é possível fazer a instalação Java via CD, porém as informações são perdidas quando a mídia é removida ou o computador é reiniciado)
  • Deve estar conectado à internet, para atualização e download de alguns pacotes Ubuntu.
Instalando...
  • Antes da instalação deve-se verificar qual versão do Java temos disponível para instalar.. Então abra Terminal (Applications ==> Accessories ==> Terminal)
  • Digite java -version

No meu caso eu já estou com o java jdk instalado, mas se a sua distribuição não tem o jdk instalado, você não deve ter a linha Java(TM) SE Runtime Environment (build 1.6.0_07-b06).
  • Antes de iniciarmos a instalação do Java vamos verificar qual jdk está disponível. Por padrão o Ubuntu instala o JDK no diretório /usr/lib/jvm. Então digite o seguinte comando: ls /usr/lib/jvm, sua tela deve listar os JDK disponíveis.

  • Se a sua distribuição não tem jdk 6 disponível para instalação, basta digitar o seguinte comando e aguardar concluir atualização.
sudo apt-get update
  • Após atualização, ou se você já tinha o JDK 6 disponível para instalação, vamos instalar o JDK no Ubuntu. Então digite o comando seguinte:
sudo apt-get install sun-java6-jdk
  • Se pedir senha, informe para poder prosseguir com a instalação. Essa é a senha do usuário que você está usando.
  • Quando a instalação for concluída execute novamente o java -version e certifique que sua tela está igual a primeira imagem deste artigo.
  • Agora precisamos configurar o arquivo /etc/jvm, pois esse é responsável por dizer qual ordem de pesquisa padrão JVM. Onde vamos informar a ultimo jdk instalado. Então digite sudo gedit /etc/jvm e deixe o arquivo como a seguir.

Configurando as Variáveis de Ambiente
  • configurar as variáveis de ambiente é bem simples. Precisa abrir o arquivo /.bash_profile dentro do diretório HOME. Antes disso vire root, então digite:
su  
Então digite  o comando abaixo:
sudo gedit $HOME/.bash_profile   
E deixe esse arquivo conforme a imagem abaixo.

Pronto, seu Java foi instalado e agora você já pode compilar suas classes .java e executá-las. Então, usando um editor de texto do Ubuntu, crie uma classe Java e salve em qualquer lugar e depois, via terminal, compile e execute. Veja:


Instalando TomcatCat
  • abra o terminal e faça o login como root (su e depois a senha)
  • Se você ainda não tem o tomcat para Linux, faça o download no link a seguir. O arquivo de que precisamos está no formato tar.gz
  • http://tomcat.apache.org/download-55.cgi
  • coloque o arquivo tomcat que foi feito o download na pasta /opt (poderia usar outra como /usr/local) fica a sua escolha. Para esse post usarei /opt
  • Agora vamos descompactar para isso digite o comando seguinte:
  • sudo tar -zxvf apache-tomcat-5.5.27.tar.gz
  • entre no direto /opt e digite:
mv apache-tomcat-5.5.26.tar.gz tomcat
Acesse o diretório bin e vamos dar permissão aos arquivos .sh, digite:
chmod a+x  /opt/tomcat/bin/*.sh
Agora vamos configurar as variáveis de ambiente, portanto digite os seguintes comandos:
export JAVA_HOME=/usr/lib/jvm/java-6-sun

export
CLASSPATH=/opt/tomcat/common/lib/jsp-api.jar:/opt/tomcat/common/lib/servlet-api.jar

export CATALINA_HOME=/opt/tomcat

export JRE_HOME=/usr/lib/jvm/java-6-sun/jre
  • Outro modo de configurar a variável de ambiente para seu usuário é assim:
su seu_usuario ex.: su camilo
gedit ~/.bashrc 
adicionar no final do arquivo os comandos acima.
Salvar e fechar
  • vá no diretório bin (cd /opt/tomcat/bin ) e vamos dar um start no tomcat.
./startup.sh

Configurando TomCat Manager
Aqui vamos instalar o TomCat Manager para gerenciar as aplicações. Vejam como é simples.
sudo gedit /opt/tomcat/conf/tomcat-users.xml
Adicione as linhas abaixo ao arquivo:



roles="manager,admin"/>
  • salve e pare o tomcat (ir na pasta bin e digitar ./shutdown.sh )
  • Agora inicie o tomcat ./startup.sh
Acesse o tomcat e clique em TomCat Manager no menu a esquerda e você terá a resposta como a seguir:

Pronto! Tomcat preparado para trabalhar, então agora é mãos à obra. Espero que tenham gostado e que o post venha ajudar aqueles que estão migrando de Windows para Linux . A partir de agora você já pode compilar e executar suas páginas Servlet & JSP e seus arquivos .java em ambiente Ubuntu Linux.
Um abraço a todos e até a próximo artigo.

Fonte: iMasters

MSI apresenta notebook com duas telas touch screen

* Artigo do site iConnect.

Durante a feira "Consumer Electronics Show"(CES) a MSI apresentou um notebook com duas telas sensíveis ao toque, seu teclado é digital e possui processador Intel Atom, com armazenamento do tipo SSD.
MSI tem o mercado do ebook em suas vistas, como alega que o dispositivo pode ser um bom leitor de ebook e ao mesmo tempo, pode executar o Windows 7. Ainda não há informações sobre a vida util da bateria e sua disponibilidade de potência.




 

Tenha uma página de arquivos eficiente em seu blog

* Artigo do site iConnect.

Levando em consideração que a parte mais importante do seu blog são os conteúdos que você produz diariamente para atrair novos leitores e visitantes, e também ganhar dinheiro, por que razão você não presta mais atenção aos arquivos do seu blog? Se você não aprimorar os seus arquivos, todos os conteúdos fantásticos que você desenvolveu ao longo dos últimos meses (ou anos) ficarão totalmente perdidos nas páginas de navegação do seu blog. Muitos blogueiros acabam por deixar para trás os conteúdos que escrevem diariamente, fazendo com que estes se percam no tempo e acabem esquecidos, quando na verdade poderiam ser excelentes fontes de informação a longo prazo.
Para muitos outros, os arquivos dos seus blogs são uma das peças mais importantes dos seus projetos. Um local onde os seus leitores e visitantes poderão encontrar conteúdos de qualidade, e muitas vezes encontrar conteúdos que nem sequer julgavam ser possível de encontrar. Uma página de arquivos, que seja realmente útil e eficiente, poderá fazer com que os novos leitores que passam pelo seu blog apenas por curiosidade se tornemnovos assinantes dos feeds/newsletter e leitores regulares das suas matérias. No artigo de hoje, vamos analisar passo-a-passo como criar uma página de arquivos realmente eficiente e fantástica para o seu blog.

Criando um template

A primeira coisa que deverá fazer é criar uma página de Template no seu blog Wordpress, a qual iremos utilizar para colocar os seus novos arquivos. Aqui iremos criar o seu novo arquivo archives.php, que ficará localizado no diretório de conteúdos do seu template. Portanto, eis o código que iremos utilizar para começar, e em seguida damos-lhe uma série de opções que poderá utilizar para customizar a sua nova página de acordo com os seus interesses.
NOTA: Uma vez que o nome da página chama-se Archives, a página deverá ser renomeada para archive
        /*
    Template Name: Archives
    */
    ?>

    

    
        Este é o espaço onde iremos criar a página de arquivos do seu blog.    
       

Artigos por data

Embora listar os seus arquivos por data não seja propriamente útilpara encontrar um artigo em particular, é uma boa forma de estabelecer o seu blog (a sua longevidade = confiança dos leitores). Recomendamos simplesmente listar estes arquivos por mês, conservando então a dimensão da sua página.
O código seguinte irá listar os seus arquivos por mês sem limite para o número de meses que serão listados no futuro.
O código seguinte irá listar os seus arquivos por mês, apresentando apenas os últimos 12 meses.
Poderá definir o tipo e o limite para qualquer preferência quedesejar. Mais informações sobre suas opções e parâmetros podem ser encontradas na página do Wordpress Codex para Arquivos.

Artigos por categoria

Esta será a seção mais importante dos seus arquivos, uma vez que a maioria dos leitores não estará à procura de uma data particular, mas sim de um assunto ou de tópico específico.
Se deseja gerar uma lista das suas categorias, utilize o seguinte código:
Se deseja excluir alguma categoria da sua listagem (por exemplo, entrevistas), utilize o código seguinte. Neste exemplo, as categorias 10 e 12 serão excluídas. Para encontrar o ID da categoria que deseja excluir, visite o seu painel de administração e procure pelo menu Artigos > Categorias. Se colocar o mouse por cima da categoria que pretende excluir, o fundo do seu browser irá mostrar-lhe o endereço da categoria, que termina com a indicação do ID.
Se deseja apresentar alguns artigos por cada categoria, existe um plugin fantástico que poderá ajudá-lo, intitulado Latest Post from each Category. Com este plugin poderá escolher quantos artigos deseja puxar a partir de cada categoria, incluindo a opção para listar todos os artigos de cada uma das categorias.

Artigos mais populares

É sempre útil e extremamente rentável direcionar seus leitores e visitantes para os seus artigos mais populares, porque o conteúdo provou ser eficiente em nível da conectividade com os leitores. Para conseguir realizar esta tarefa, recomenda-se a utilização do plugin Wordpress Popular Posts.
Em seguida, coloque o seguinte código onde deseja que os seus artigos mais populares sejam apresentados. Por defeito, o título dos seus artigos irá utilizar uma tag h3 e irá listar apenas 5 artigos.
Poderá, inclusive, alterar estes parâmetros com as opções listadas na página do plugin. Por exemplo, o código seguinte fará uso de uma tag h4 e listará 10 artigos, ao mesmo tempo em que apresenta o número de leituras que cada artigo recebeu.
Artigos Mais Populares&number=10&format=%post_title% (%post_views% views)" );?>

Artigos mais comentados

Destacar os seus artigos mais comentados irá direcionar os seus leitores para os conteúdos mais debatidos do seu blog, aumentando ainda mais essa interação com a sua audiência que, na verdade, é extremamente benéfica na construção de uma audiência e de comunidade de qualidade.
Para realizar esta tarefa, recomendamos-lhe a instalação do plugin Most Commented. Depois disso, insira o seguinte código no local onde deseja que os seus artigos sejam listados. Este plugin irá apresentar os 5 artigos mais comentados do seu blog. Poderá, inclusive, alterar este número para o número de artigos que desejar listar.

Destaque seus artigos favoritos

Se por ventura desejar destacar os seus artigos favoritos enquanto autor, deverá começar a criar uma categoria com um nome do tipo Favorites/Favoritos, e posteriormente adicionar todos esses artigos a essa categoria também. Utilizando o código seguinte, poderá listar todos os seus artigos inseridos na categoria "Favoritos".



Caixa de pesquisa

No caso de os seus leitores e visitantes não conseguirem encontrar os conteúdos que desejam, é interessante a colocação de uma caixa de pesquisa na sua página de arquivos. Se o seu template ainda não incluir um arquivo do tipo searchform.php, você terá de criar um. Copie e cole simplesmente o código seguinte em um novo arquivo e grave-o com o nome searchform.php na pasta do seu template.
    
     
                         
   
   
Posteriormente, copie e cole o seguinte código onde deseja que a sua caixa de pesquisa apareça na sua página de arquivos.

O produto final

Agora, eis a sua página de arquivos final. Obviamente, deverá estilizar a sua página com CSS de acordo com o seu template, para que esta se apresente o mais agradável possível.
        /*
    Template Name: Archives
    */
    ?>

    

    
       

Arquivos por Mês

               

Arquivos por Categoria

                %post_title% (%post_views% views)" ); ?>        

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Agora que tem o seu template completo, poderá carregá-lo para a pasta de arquivos do seu template, conectar-se ao seu painel de administração do Wordpress e criar uma nova página. Na sua coluna da direita, irá ter como opções os Templates de páginas disponíveis, logo abaixo dos Atributos. Escolha a sua página de Arquivos, dê-lhe um título e publique-a!
O que é que você fez com a sua página de arquivos? Sinta-se à vontade para partilhar o link dos seus arquivos nos comentários!
Até a próxima!

Fonte: iMasters

Técnicas para reset CSS

* Artigo do site iConnect.

Por padrão, todos os elementos HTML possuem um estilo incorporado, e isso varia de browser para browser, não existe um padrão. Com isso você pode passar por vários problemas ao tentar desenvolver CSS Cross-browser.

Para evitar esse tipo de problema, é aconselhável utilizar técnicas de CSS Reset, ou seja, iniciar o CSS com todos as tags HTML sem qualquer estilo padrão definido pelo browser. Abaixo vou mostrar algumas técnicas, algumas desconhecias por alguns, outras já utilizadas por default por vários desenvolvedores.

1. Generic Reset CSS

Esse com certeza é o mais conhecido e utilizado pelos desenvolvedores:
* {
    padding: 0;
    margin: 0;
    border: 0;
}

2. Ateneu Popular CSS Reset

CSS inicial sugerido pelo site Ateneu Popular

html, body, div, span, applet, object, iframe, h1, h2, h3,
h4, h5, h6, p, blockquote, pre, a, abbr, acronym,
address, big, cite, code, del, dfn, em, font, img, ins,
kbd, q, s, samp, small, strike, strong, sub, sup, tt,
var, dl, dt, dd, ol, ul, li, fieldset, form, label, legend,
table, caption, tbody, tfoot, thead, tr, th, td {
margin: 0;
padding: 0;
border: 0;
outline: 0;
font-weight: inherit;
font-style: inherit;
font-size: 100%;
font-family: inherit;
vertical-align: baseline;
}
:focus { outline: 0;}
a, a:link, a:visited, a:hover, a:active{text-decoration:none}
table { border-collapse: separate;border-spacing: 0;}
th, td {text-align: left; font-weight: normal;}
img, iframe {border: none; text-decoration:none;}
ol, ul {list-style: none;}
input, textarea, select, button {font-size: 100%;font-family: inherit;}
select {margin: inherit;}
hr {margin: 0;padding: 0;border: 0;color: #000;background-color: #000;height: 1px}

3. Chris Poteet's Reset CSS

Técnica sugerida por Chris Poteet's para Reset CSS:
* {
    vertical-align: baseline;
    font-family: inherit;
    font-style: inherit;
    font-size: 100%;
    border: none;
    padding: 0;
    margin: 0;
}
body {
    padding: 5px;
}
h1, h2, h3, h4, h5, h6, p, pre, blockquote, form, ul, ol, dl {
    margin: 20px 0;
}
li, dd, blockquote {
    margin-left: 40px;
}
table {
    border-collapse: collapse;
    border-spacing: 0;
}

4. Yahoo's CSS Reset

Técnica de Reset CSS proposta pelo Yahoo:
body,div,dl,dt,dd,ul,ol,li,h1,h2,h3,h4,h5,h6,pre,
form,fieldset,input,textarea,p,blockquote,th,td {
    padding: 0;
    margin: 0;
}
table {
    border-collapse: collapse;
    border-spacing: 0;
}
fieldset,img {
    border: 0;
}
address,caption,cite,code,dfn,em,strong,th,var {
    font-weight: normal;
    font-style: normal;
}
ol,ul {
    list-style: none;
}
caption,th {
    text-align: left;
}
h1,h2,h3,h4,h5,h6 {
    font-weight: normal;
    font-size: 100%;
}
q:before,q:after {
    content:'';
}
abbr,acronym { border: 0;
}

5. Eric Meyer Reset CSS

Esse com certeza deve ser o mais utilizado entre os desenvolvedores, proposto por Eric Meyer, é o que eu utilizo atualmente:
html, body, div, span, applet, object, iframe, table, caption,
tbody, tfoot, thead, tr, th, td, del, dfn, em, font, img, ins,
kbd, q, s, samp, small, strike, strong, sub, sup, tt, var,
h1, h2, h3, h4, h5, h6, p, blockquote, pre, a, abbr,
acronym, address, big, cite, code, dl, dt, dd, ol, ul, li,
fieldset, form, label, legend {
    vertical-align: baseline;
    font-family: inherit;
    font-weight: inherit;
    font-style: inherit;
    font-size: 100%;
    outline: 0;
    padding: 0;
    margin: 0;
    border: 0;
}
:focus {
    outline: 0;
}
body {
    background: white;
    line-height: 1;
    color: black;
}
ol, ul {
    list-style: none;
}
table {
    border-collapse: separate;
    border-spacing: 0;
}
caption, th, td {
    font-weight: normal;
    text-align: left;
}
blockquote:before, blockquote:after, q:before, q:after {
    content: "";
}
blockquote, q {
    quotes: "" "";
}

6. Tantek Celik Reset CSS

Técnica de Reset CSS proposta por Tantek Celik:
:link,:visited { text-decoration:none }
ul,ol { list-style:none }
h1,h2,h3,h4,h5,h6,pre,code { font-size:1em; }
ul,ol,li,h1,h2,h3,h4,h5,h6,pre,form,body,html,p,blockquote,fieldset,input
{ margin:0; padding:0 }
a img,:link img,:visited img { border:none }
address { font-style:normal }

7. Christian Montoya Reset CSS

Técnica sugeria por Christian Montoya:
html, body, form, fieldset {
    margin: 0;
    padding: 0;
    font: 100%/120% Verdana, Arial, Helvetica, sans-serif;
}
h1, h2, h3, h4, h5, h6, p, pre,
blockquote, ul, ol, dl, address {
    margin: 1em 0;
    padding: 0;
}
li, dd, blockquote {
    margin-left: 1em;
}
form label {
    cursor: pointer;
}
fieldset {
    border: none;
}
input, select, textarea {
    font-size: 100%;
    font-family: inherit;
}

8. Rudeworks Reset CSS

Técinca de Reset CSS proposta por Rudeworks

* {
    margin: 0;
    padding: 0;
    border: none;
}
html {
    font: 62.5% "Lucida Grande", Lucida, Verdana, sans-serif;
    text-shadow: #000 0px 0px 0px;
}
ul {
    list-style: none;
    list-style-type: none;
}
h1, h2, h3, h4, h5, h6, p, pre,
blockquote, ul, ol, dl, address {
    font-weight: normal;
    margin: 0 0 1em 0;
}
cite, em, dfn {
    font-style: italic;
}
sup {
    position: relative;
    bottom: 0.3em;
    vertical-align: baseline;
}
sub {
    position: relative;
    bottom: -0.2em;
    vertical-align: baseline;
}
li, dd, blockquote {
    margin-left: 1em;
}
code, kbd, samp, pre, tt, var, input[type='text'], textarea {
    font-size: 100%;
    font-family: monaco, "Lucida Console", courier, mono-space;
}
del {
    text-decoration: line-through;
}
ins, dfn {
    border-bottom: 1px solid #ccc;
}
small, sup, sub {
    font-size: 85%;
}
abbr, acronym {
    text-transform: uppercase;
    font-size: 85%;
    letter-spacing: .1em;
    border-bottom-style: dotted;
    border-bottom-width: 1px;
}
a abbr, a acronym {
    border: none;
}
sup {
    vertical-align: super;
}
sub {
    vertical-align: sub;
}
h1 {
    font-size: 2em;
}
h2 {
    font-size: 1.8em;
}
h3 {
    font-size: 1.6em;
}
h4 {
    font-size: 1.4em;
}
h5 {
    font-size: 1.2em;
}
h6 {
    font-size: 1em;
}
a, a:link, a:visited, a:hover, a:active {
    outline: 0;
    text-decoration: none;
}
a img {
    border: none;
    text-decoration: none;
}
img {
    border: none;
    text-decoration: none;
}
label, button {
    cursor: pointer;
}
input:focus, select:focus, textarea:focus {
    background-color: #FFF;
}
fieldset {
    border: none;
}
.clear {
    clear: both;
}
.float-left {
    float: left;
}
.float-right {
    float: right;
}
body {
    text-align: center;
}
#wrapper {
    margin: 0 auto;
    text-align: left;
}

9. Anieto2K Reset CSS

Técnica de Reset CSS proposta por Andrés Nieto:
html, body, div, span, applet, object, iframe,
h1, h2, h3, h4, h5, h6, p,
blockquote, pre, a, abbr, acronym, address, big,
cite, code, del, dfn, em, font, img,
ins, kbd, q, s, samp, small, strike,
strong, sub, sup, tt, var, dl, dt, dd, ol, ul, li,
fieldset, form, label, legend,
table, caption, tbody, tfoot, thead, tr, th, td,
center, u, b, i {
    margin: 0;
    padding: 0;
    border: 0;
    outline: 0;
    font-weight: normal;
    font-style: normal;
    font-size: 100%;
    font-family: inherit;
    vertical-align: baseline
}
body {
    line-height: 1
}
:focus {
    outline: 0
}
ol, ul {
    list-style: none
}
table {
    border-collapse: collapse;
    border-spacing: 0
}
blockquote:before, blockquote:after, q:before, q:after {
    content: ""
}
blockquote, q {
    quotes: "" ""
}
input, textarea {
    margin: 0;
    padding: 0
}
hr {
    margin: 0;
    padding: 0;
    border: 0;
    color: #000;
    background-color: #000;
    height: 1px
}

10. CSSLab CSS Reset

Técnica de CSS Reset proposta pelo site CSSLab:
html, body, div, span, applet, object, iframe, h1, h2, h3,
h4, h5, h6, p, blockquote, pre, a, abbr, acronym, address,
big, cite, code, del, dfn, em, font, img, ins, kbd, q, s, samp,
small, strike, strong, sub, sup, tt, var, dl, dt, dd, ol, ul, li,
fieldset, form, label, legend, table, caption, tbody, tfoot,
thead, tr, th, td {
    margin: 0;
    padding: 0;
    border: 0;
    outline: 0;
    font-weight: inherit;
    font-style: inherit;
    font-size: 100%;
    font-family: inherit;
    vertical-align: baseline;
}
:focus {
    outline: 0;
}
table {
    border-collapse: separate;
    border-spacing: 0;
}
caption, th, td {
    text-align: left;
    font-weight: normal;
}
a img, iframe {
    border: none;
}
ol, ul {
    list-style: none;
}
input, textarea, select, button {
    font-size: 100%;
    font-family: inherit;
}
select {
    margin: inherit;
}
/* Fixes incorrect placement of numbers in ol's in IE6/7 */
ol { margin-left:2em; }
/* == clearfix == */
.clearfix:after {
    content: ".";
    display: block;
    height: 0;
    clear: both;
    visibility: hidden;
}
.clearfix {display: inline-block;}
* html .clearfix {height: 1%;}
.clearfix {display: block;}
 
Se você costuma utilizar alguma técnica de Reset CSS que não foi listada aqui, ou criou alguma, liste-a nos comentários.

Fonte: iMasters

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