segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Atalhos e atributos de CSS

* Artigo do site iConnect.

Alguns atributos de CSS lhe permitem fazer diversas configurações em uma declaração. Por exemplo, suponha que você queira definir diversos aspectos da fnte utilizada para tags H1, como segue:

[CODE]

H1 {font-style: italic;
font-weight: bold;
font-size: 18pt;
font-family: 'Times Roman'}

[/CODE]

Como alternativa a especificar todas essas formatações de fonte individualmente, você pode utilizar o atributo font: para defini-las todas de uma só vez, assim:

[CODE]

H1 {font: italic bold 18pt 'Times Roman'}

[/CODE]

Note como diversos valores - itálico, negrito, 18pt e Times Roman - são separados apenas por um espaço em branco. Essas regras abreviadas certamente poupam espaço e tempo de digitação.

Atributos de CSS do IE4

Atributo de CSS O que ele formata
background Cor de fundo, imagem, transparência.
background-attachment Rolagem do fundo / Marca d'água.
background-image Imagem de fundo.
background-color Cor de fundo ou transparência.
background-position Posicionamento da imagem de fundo.
background-repeat Configuração lado-a-lado da imagem de fundo.
border Largura, estilo e cor de todas as 4 bordas.
border-bottom Largura, estilo e cor da borda inferior.
border-bottom-color Cor da citada borda.
border-bottom-style Estilo da citada borda.
border-bottom-width Largura da citada borda.
border-color Cor das 4 bordas.
border-left Largura, estilo e cor da borda esquerda.
border-left-color Cor da borda citada.
border-left-style Estilo da borda citada.
border-left-width Largura da borda citada.
border-right Largura, estilo e cor da borda direita.
border-right-color Cor da borda citada.
border-right-style Estilo da borda citada.
border-right-width Largura da borda citada.
border-style Estilo de todas as 4 boras.
border-top Largura, estilo e cor da borda superior.
border-top-color Cor da borda citada.
border-top-style Estilo da borda citada.
border-top-width Largura da borda citada.
border-width Largura de todas as 4 bordas.
clear Elementos flutuantes à esquerda ou à direita de um elemento.
clip Parte visível de um elemento.
color Cor de primeiro plano.
cursor Tipo de ponteiro do mouse.
display Se o elemento é exibido e o espaço é reservado para ele.
filter Tipo de filtro aplicado ao elemento.
float Se o elemento flutua.
font Estilo, variante, peso, tamanho e altura da linha do tipo de fonte.
@font-face Incorporação da fonte ao arquivo HTML.
font-family Tipo de fonte.
font-size Tamanho da fonte.
font-style Fonte itálico.
Fonte-variant Fonte bold.
font-weight Peso da fonte de claro a negrito.
height Altura exibida ao elemento.
@import Folha de estilo a importar.
left Posição do elemento em relação a margem esquerda da página.
letter-spacing Distância entre as letras.
line-height Distância entre linhas de base.
list-style Tipo, imagem e posição do estilo da lista.
list-style-image Marcador de item de lista.
list-style-position Posição do marcador de item da lista.
list-style-type Marcador de item de lista alternativo.
margin Tamanho de todas as 4 margens.
margin-left Tamanho da margem esquerda.
margin-right Tamanho da margem direita.
margin-bottom Tamanho da margem inferior.
margin-top Tamanho da margem superior.
overflow Exibição de imagens que são maiores do que suas molduras.
padding Espaço em torno de um elemento em todos os lados.
padding-bottom Espaço a partir da margem inferior de um elemento.
padding-left Espaço à esquerda do elemento.
padding-right Espaço à direita do elemento.
padding-top Espaço a partir da margem superior do elemento.
page-break-after Inserir quebra de página depois de um elemento.
page-break-before Inserir quebra de página antes de um elemento.
position Como o elemento é posicionado na página.
text-align Alinhamento do texto.
text-decoration Sublinhado, sobrelinhado ou riscado.
text-indent Recuo da primeira linha do parágrafo.
text-transform Transformação para todas maiúsculas, minúsculas ou inicial maiúscula.
top Posição do elemento em relação a parte superior da página.
vertical-align Alinhamento vertical do elemento.
visibility Se elemento é visível ou invisível.
width Largura do elemento.
z-index Posição do elemento na pilha.

YouTube: os principais vídeos de 2009

* Artigo do site iConnect.

O YouTube anuncia a lista dos filmes mais vistos e os termos de busca que tiveram maior ascensão em 2009.

Abaixo, o top cinco global seguido do número de visualizações.

Top 5 mais assistidos no YouTube (Global):

1. Susan Boyle - Britain's Got Talent (120 milhões)
2. David After Dentist (36 milhões)
3. JK Wedding Entrance Dance (33 milhões)
4. New Moon Movie Trailer (30 milhões)
5. Evian Roller Babies (27 milhões)

Top 5 vídeos de música no YouTube (Global):
1. Pitbull - I Know You Want Me (80 milhões s)
2. Miley Cyrus - The Climb (62 milhões)
3. Miley Cyrus - Party In The U.S.A (49 milhões)
4. The Lonely Island - I'm On A Boat (48 milhões)
5. Keri Hilson - Knock You Down (35 milhões)

Mais rápidos crescimentos de termos de busca por mês (Global):

Janeiro: inauguration
Fevereiro: christian bale
Março: the climb
April: susan boyle
Maio: pacquiao vs hatton
Junho: michael jackson thriller
Julho: michael jackson
Augusto: usain bolt
Setembro: kanye west
Outubro: paranormal activity
Novembro: bad romance
Dezembro: tiger woods

Fonte: Oficina da Net

Fundamentos em Design V

* Artigo do site iConnect.

Design de Informação ou InfoDesign

É uma especialidade do Design Gráfico que lida especificamente com o projeto da informação visual. Seu objetivo principal é facilitar o acesso e a compreensão de informações analógicas e digitais.

Design Editorial

Assim como o InfoDesign, esta área é uma especialidade do Design Gráfico, que se ocupa de realizar o projeto gráfico na editoração. Editoração é o ato de reunir, organizar e anotar os textos de um determinado autor para posterior exposição. Este tipo de profissional está sempre vinculado ao Jornalismo e é por este motivo que o próprio Designer Gráfico mantém uma relação intrínseca com o jornalista.

Especialidades do Design Editorial
- Design de Livros: Ocupa-se da estruturação gráfica e visual quando de um projeto de edição de um livro.
Segundo fatos, é a base determinante para o surgimento do Design Gráfico.
- Design de Revistas: É uma das áreas do Design Gráfico mais ativo e influente atualmente.
- Design de Jornal: O profissional desta área, que pode ser um Designer Gráfico, se ocupa da hierarquia
diagramadora no processo de editoração, selecionando os campos por ordem e seqüência a um valor atribuído para a posterior impressão.

Design Tipográfico

A tipografia é um dos pilares do Design Gráfico, pois a mesma é de relevante importância nos processos gráficos de diagramação ou a relação texto imagem. É considerada um dos aspectos mais sofisticados e específicos do Design Gráfico. Tipografia é o evento na qual o Designer Gráfico ou tipográfico utiliza como ferramenta para criação de novos estilos de fontes (letras), símbolos ou números, bem como é o processo que agrega quando da diagramação o correto emprego das fontes para uma sincronia editorial e visual mais homogênea. A tipografia clássica baseia-se em pequenas peças de madeira ou metal com relevos de letras e símbolos — os tipos móveis. Tipos rudimentares foram inventados inicialmente pelos chineses. Mas, no século XV, foram redescobertos, por Johann Gutenberg, com a invenção da prensa tipográfica. A diferença entre os tipos chineses e os de Gutenberg é que os primeiros não eram reutilizáveis. A reutilização dos mesmos tipos para compor diferentes textos mostrou-se eficaz e é utilizada até aos dias de hoje, constituindo a base da imprensa durante muitos séculos. Essa revolução que deu início à comunicação em massa foi cunhada pelo teórico Marshall McLuhan como o início do “homem tipográfico”.

Mesmo com o advento dos computadores e da edição eletrônica de texto, a tipografia permanece viva nas formatações, estilos e grafias.

Tipografias famosas
As seguintes são famílias tipográficas célebres na história do design gráfico.

  • Arial
  • Bodoni
  • Frutiger
  • Futura
  • Garamond
  • Gill Sans
  • Helvetica
  • Times new roman
  • Univers.

Design Visual

É o Designer que atua em qualquer mídia ou suporte de comunicação visual. O profissional que atua nesta área abrange uma totalidade de canais de informações como meio de transmissão de dados comunicativos, corporativos, tipográficos, o próprio Designer Gráfico, impressos, programação visual, editorial entre outros.

Dentre as especializações do design visual mais comuns na atualidade se encontram:

  • Design visual independente do suporte aplicado
  • Identidade Visual
  • Design visual na mídia gráfica (impressão) - Design Gráfico
  • Design tipográfico
  • Design editorial
  • Design de embalagem
  • Design de cartaz
  • Design visual na mídia eletrônica (interface) - Design Digital
  • Design de hipermídia
  • Web design
  • Design de jogos eletrônicos

Estudo - Edição e Aplicação Bibliográfica feita por: Antônio Picoral Caiña, tomando como referência as disposições normativas de licenciamento Creative Commons, onde todo crédito é dado ao acervo encontrado sobre o tema no site: http://www.wikipedia.pt.com segundo seus próprios autores citados nas referências bibliográficas, bem como outros que por ventura colaboraram para disponibilizarem a título de estudo e consulta um banco de dados embasados direta e indiretamente na Temática. Logo a obra acima, reitero segue os critérios estabelecidos pela Licença Creative Commons Share Alike 3.0

Fonte: Oficina da Net

Fundamentos em Design IV

* Artigo do site iConnect.

ESPECIALIDADES DO DESIGN E SUA RELAÇÃO COM O DESIGN GRÁFICO

Design de Comunicação

É o tipo de Design que se aplica à construção de mensagens, com o objetivo de atribuição comercial para as mesmas. Este tipo abrange vários modelos de comunicação, aproximando-se por vezes do marketing. Todavia o que o diferencia do marketing propriamente dito, é não eleger o corporativismo* como fonte de seus argumentos contextualizados em algum tipo de referência comunicacional.

* Segundo o Dicionário De Língua Portuguesa Aurélio de 1988, corporativismo significa “Doutrina que prega a reunião das classes produtoras em corporações (associação de pessoas de mesmo credo ou profissão, sujeitas a conduta por estatutos, regras ou normas), sob a fiscalização do Estado.

Exemplos deste tipo de Design podem ser encontrados nas artes de rua, em anúncios ou locuções de caráter publicitário enquanto projeto e veículo de publicidade exatamente. O Design Gráfico é aplicado nesta especialidade, quando, por exemplo, anúncios precisam ser diagramados ou até mesmo quando uma campanha publicitária de caráter não sindical ou trabalhista necessita da criação ou edição de elementos visuais para posterior emprego em cartazes (pôster) ou outras
mídias impressas.

Design de Embalagem

É uma atribuição dada ao Designer oriunda do Design Gráfico e do Design de Produto. A característica ou a função do profissional inserido neste contexto é de criar e dar forma a embalagem de algum produto, preocupando-se com itens como ergonomia (ações que facilitam o manusear de um determinado produto ou tipo de invólucro que o mantém acondicionado - mais adiante teremos um post específico a Ergonomia) e estética visual do mesmo. A embalagem dentro deste contexto é vista através de uma maneira que a entende como uma fonte de ligação entre o produto, o produtor e o consumidor, estabelecendo uma relação muito específica e pessoal, onde além de servir de invólucro tem a função de veicular informação de caráter publicitário ou não. Pode ser vista muitas vezes, como o único meio de comunicação de uma Marca, de uma empresa. Desta maneira vê-se a íntegra responsabilidade de um Designer desta área, incluindo o Designer Gráfico, que é o integrante de uma equipe que vai projetar e diagramar os elementos visuais que serão colocados no rótulo.

Veja você que mesmo o Design abrangendo várias vertentes globais, sempre está associado a um único objetivo, que reúne em uma só função, todas as outras das diferentes áreas. Este objetivo é visto na contextualização de um projeto, quando vincula a campanha publicitária à necessidade do cliente e do consumidor, isto é, facilitar o câmbio visual de informações, formas e cores características.

De acordo com estudos, a embalagem para o consumidor é o que define um produto, um nome ou uma Marca, visto que não raro a estética da mesma é mais valorizada que o tipo de conteúdo. Se pensarmos caro internauta na variedade de produtos acolhidos pelo mercado com a mesma finalidade, o Design de uma caixa de suco, por exemplo, poderá refletir um ganho ou uma queda em sua venda, pois quem faz uma Marca crescer no mercado é o consumidor, que na
realidade serve de medida ou “termostato” para conceber bem ou não um Design de algum produto.

Sendo assim a embalagem é ao mesmo tempo expressão e atributo do conteúdo. Exemplos disto é o frasco de perfume, o extintor de incêndio, a caixa de lenços de papel, a caixa de fósforos, dentre outros, como a garrafa da Coca-Cola, a lata do Leite Moça e o frasco do perfume Chanel nº 5, que têm suas formas patenteadas. Atualmente a ligação entre esta área do Design e o marketing é tão intrínseca, que cursos de formação superior ministram a disciplina relacionada a esta para o próprio curso de Design e mais, para o curso de Marketing. Um exemplo ícone é a garrafa de Coca-cola, um clássico do Design pela sensualidade da forma, projetada por Earl R. Dean.

Logo, vejo que é importante definirmos o termo Marketing, pois sua associação com quase todas as áreas do Design é uma “regra.” Vejo a importância aqui de definirmos quatro termos antes de prosseguirmos, pois os mesmos irão aparecer com freqüência sobre a temática abordada nesta postagem.

São os termos:
1. MARKETING: Conjunto das atividades empresariais destinadas à descoberta conquista manutenção e expansão de mercados para as empresas e suas Marcas. O Marketing está mais relacionado com as tarefas que visam promover o produto ou o serviço e a política de preços, área que não cabe ao Designer desenvolver.

2. PUBLICIDADE: É a arte de exercer sobre um determinado grupo, ações que incitem este a consumir determinado produto ou serviço através de técnicas de propaganda com fins comerciais ou políticos. Veja que o Design não incorpora
fatores associados ao corporativismo como analisamos acima.

3. PROPAGANDA: Veiculação em através de meios de comunicação de ideais, teorias, idéias, serviços, produtos, Marcas e política partidária sob um pretexto de acolher um determinado grupo, que pode ser um grupo de bens de consumo, um grupo sindicalista, um grupo vinculado a algum partido político entre outros. Observe bem, que o Design apenas irá entrar como fonte de formalizar um projeto visual ou de um artefato, desvinculado totalmente das questões cujos
objetivos são de ordem corporativista como vimos. É um modo específico de se apresentar uma informação com o objetivo de “conquistar” novos adeptos, partidários ou clientes. Que fique claro!
“ A propaganda é para divulgar o produto e a publicidade se ocupa de vendê-lo”

Fonte: Oficina da Net

Fundamentos em Design III

* Artigo do site iConnect.

STYLING

Styling é uma das filosofias do design com ênfase em tornar um produto atraente para o consumidor a fim de vendê-lo. Tal filosofia é oposta ao. Funcionalismo seu maior representante foi Raymond Loewy. O Styling surgiu nos EUA após a quebra na bolsa de valores de 1929, com o intuito de incrementar as vendas e segundo Tomás Maldonado, corresponde a uma modalidade de design industrial que procura fazer o modelo superficialmente atraente, para disfarçar eventuais falhas na qualidade. Segundo Heskett (1997), o styling está associado à expansão da profissionalização do design nos EUA e responsável pela consolidação da figura do designer como consultor de empresas, firmando parcerias importantes com a indústria norte-americana.

Fonte: Oficina da Net

Fundamentos em Design II

* Artigo do site iConnect.

O USO DO TERMO EM OUTROS CONTEXTOS

Para Vidal Negreiros, renomado professor de Design na UFPE, o termo proposto para substituir Design é “desenhismo”, título de sua obra literária “Desenhismo” de 1996. O conceito de Design para o professor Vidal é todo o tipo de desenho que tem o objetivo de saciar os desejos da indústria. De certa forma, sem querer parecer pretensioso julgar um profissional de renome, existe em minha opinião certa lógica quando Vidal relaciona o desenho como Design e aindacomo fonte de preenchimento das necessidades da indústria, afinal uma indústria fabrica um determinado produto e este necessita de uma boa elaboração visual e funcional para ser bem aceito e comercializado e é aí que o termo Design pode ser contextualizado em uma associação com “desenho”, que segundo o Dicionário de Língua Portuguesa Aurélio, em sua primeira edição de 1988 defini o termo como:” Representação de formas sobre uma superfície, por meio de linhas, pontos e manchas, com o objetivo lúdico, artístico, científico ou técnico.” Já para Gui Bonsiepe, a denominação Design é como um tipo de interface, display entre indivíduos, produtos ou informações.

Atualmente a definição para Design segundo o catálogo de conceitos da língua portuguesa, é que o termo propriamente dito não significa desenho em si, mas comporta, abriga e associa o sentido de desenho como elemento de um processo criativo aplicado em um determinado fator. Portanto atualmente desenho não é senão uma das variáveis que constituem um projeto em Design.

Já na língua espanhola Design se refere a “diseño”, enquanto “dibujo” refere-se aí sim ao desenho propriamente. Então veja você, como o termo Design é amplamente diversificado, ou seja, quantas culturas têm um conceito próprio e aplicado ao mesmo. Este fator, muitas vezes e não raras poderá gerar conflitos quando uma equipe de Designers é formada por indivíduos de nacionalidades e culturas diferentes. Por este motivo, que a compreensão dos assuntos básicos em Design se torna importante fonte e instrumento que possibilita uma generalização etimológica, mas com um só
entendimento e aplicação.

Em uma das Escolas mais renomadas a nível internacional (mais adiante falaremos sobre um post específico desta), Bauhaus, adotou-se para o termo a expressão “Gestaltung” que significa o ato de lidar com as formas em um desenho ou uma formatação em algum tipo de projeto. Na década de 50 no Brasil, quando ocorrera a criação em nível acadêmico para o curso de Design, o termo adotado para tal foi “desenho industrial”, porque na época era proibido o uso de termos em outras línguas para conceituar o nome de um curso de nível universitário, como fora exposto neste parágrafo.

Atualmente, por definições do próprio Ministério da Educação, o termo Design é usado para definir melhor a prática do exercício profissional, bem como ser de mais fácil emprego e leitura, o que eu piamente concordo. Já o título de “desenhista industrial” está caindo em desuso dando origem ao termo mais adiante comentado que é Designer em inglês.

Fonte: Oficina da Net

Fundamentos Básicos em Design

* Artigo do site iConnect.

Inicialmente temos que abordar sobre o conceito de Design propriamente dito antes de introduzirmos a temática central, ou seja, o Design Gráfico que será apoiado nos fundamentos da obra “ Design Para Quem Não é Designer” do autor Robin Willians 8ª edição e outras bibliografias disponíveis.

Denomina-se Design qualquer processo criativo que se utiliza as mais variadas técnicas para conceber algum artefato através da elaboração e concepção de um projeto. As razões deste projeto são fundamentadas em:

1. Um objetivo.
2. Solução de um problema.

Entende-se objetivo neste contexto como uma meta para de uma idéia construir-se algum tipo de artefato ou serviço que propicia a divulgação deste. Quanto ao termo “problema”, define-se Design o processo pela qual uma análise, um estudo é realizado para facilitar ou suprir as necessidades ou as deficiências de um artefato criado por um determinado projeto mal sucedido.

Existe uma gama de especializações dentro do Design de acordo com o artefato a ser elaborado, concebido e desenvolvido. As mais comuns são:

  • Design do produto;
  • Design da moda;
  • Design gráfico;
  • Design de interiores;
  • Design Visual;
  • Design tipográfico;
  • Design editorial;
  • Design de embalagens;
  • Design institucional;
  • Design de jogos;
  • Design digital;
  • Design de hipermídia;
  • Web Design.
  • Entre outros

O termo Design deriva do Latim designare, sendo mais adiante adaptado para o inglês design. Quando foi incorporado ao português, os profissionais queriam que o termo fosse relacionado à prática profissional, o que eu pessoalmente concordo e defendo. Existe toda uma questão etimológica que não cabe a mim ressaltar, afinal isto é um Post que considero “líbero - cultural”, ou seja, aborda o assunto de forma a informar o conteúdo de alguma temática, mas deixa umespaço aberto a opiniões, afinal cada um tem a sua.

Portanto Design é o evento cujo objetivo é a criação de algo, que pode ser um utensílio doméstico à interface de navegação de um software, que se dá através de um projeto específico e que depende do tipo de especialidade em Design que o mesmo está sendo empregado.

Fonte: Oficina da Net

Em três anos, acesso à internet no Brasil cresceu 75,3%

* Artigo do site iConnect.

O acesso à internet no Brasil cresceu 75,3% de 2005 a 2008 e compreendeu cerca de 56 milhões de pessoas com 10 anos de idade ou mais. O percentual de brasileiros que acessou a rede pelo menos uma vez na vida passou de 20,9% para 34,8%.

Antes usada como fonte de conhecimento e auxiliar na educação, a internet tem sido mais acessada para facilitar a comunicação entre as pessoas no Brasil.

Essa foi a principal conclusão do Suplemento sobre o Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal sobre o uso da rede no período entre 2005 e 2008.

O estudo, divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, teve como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), também do IBGE.

O documento do IBGE também revela que o uso do telefone celular é uma realidade para mais da metade dos brasileiros. Entre 2005 e 2008, o percentual de usuários passou de 36,6% para 53,8%.

Repórter: Isabela Vieira

Fonte: Oficina da Net

Dell lança Smartphone Mini 3iX

* Artigo do site iConnect.


A Dell lançou segunda-feira, 1º de dezembro, o primeiro smartphone da marca. Batizado de Mini 3iX, o aparelho chega às lojas no fim do ano, por enquanto com exclusividade a Claro. A partir do próximo ano, as compras poderão ser efetuadas também pelo site da Dell, sem restrição de operadoras.

Com tecnologia 3G, os celulares têm tela touchscreen, câmera de 3 mega pixels, permite gravação de vídeos, possui sistema operacional Android e memória de até 35 GB. Pode ser encontrado nas cores pretas e bronze. A empresa ainda não divulgou o preço dos aparelhos.

Além do Mini 3iX, a Dell lançou também três laptops: o Adamo XPS, Inspiron 11z e Inspiron 1428. Entre eles a principal novidade é o Adamo XPS, o laptop mais fino do mundo, com espessura de 9,99 milímetros. A remessa para os clientes, já com o sistema operacional Windows 7 pré-instalado, custa a partir de R$ 8.999,00. "Os nossos engenheiros e designers estão rompendo novos parâmetros e jogando fora as regras antigas com a introdução do Adamo XPS", conclui Hans Erickson, diretor da área de consumidor final da Dell.

Fonte: Oficina da Net

Internet: É ou não uma amiga da Educação?

* Artigo do site iConnect.

Todos sabemos que cabe aos pais decidirem como usar essa poderosa ferramenta, a favor ou contra, amiga ou inimiga da educação e do desenvolvimento intelectual de seus filhos e alunos.

"A internet, muitas vezes, é vista como inimiga da educação." Eduardo Shinyashiki

Considerada as vezes como um ambiente descontrolado onde sobra material pornográfico, inutilidades várias e artigos de cultura inútil. Alguns profissionais, atualizados com as evoluções no mundo da comunicação e da web, enxergam esse mundo possível com outro olhar: nessa "terra sem lei", sobram oportunidades, mesmo que anárquicas, de conhecimento, ferramentas usáveis na sala de aula e fora dela, úteis na hora de manter o aprendizado dos alunos em momentos de diversão e descontração.

Apesar de não ser considerada uma fonte válida para trabalhos acadêmicos a Wikipédia é um dos exemplos mais claros de como o digital pode favorecer o conhecimento e o desenvolvimento intelectual. O site possui vários portais de conteúdo educativo com materiais de Arte, História, Matemática e Filosofia.

"É importante deixar claro que a internet só é fonte de conhecimento quando o usuário procura por esse conhecimento." Eduardo Shinyashiki

É nesse momento que o educador deve entrar em cena. Mostrar caminhos, abrir trilhas pelas teias de informação e mostrar o alvo certo ao aluno é o dever desse profissional. A escola deve obrigatoriamente ultrapassar as cadeiras tradicionais e invadir o espaço eletrônico, ensinando o aluno a utilizar com consciência o mundo de possibilidades que é a Web. Não podemos esperar que uma criança de nove anos ou até mesmo um jovem de 20 prefira o site da TV Escola aos jogos do Cartoon Network, é função de pais e educadores mostrar que sites educativos podem ser interessantes e divertidos. Só assim construiremos uma cultura de educação.

Quanto aos adolescentes, muito do que eles sabem sobre a internet foi aprendido de forma autodidata e é esse o problema, e muito desse aprendizado não foca na qualidade, mas na facilidade. Um exemplo claro é o número de trabalhos feitos na base do “copia e cola”. Esse "mau" hábito pede por reeducação e conscientização dos jovens, no sentido de que o aprendizado acontece superficialmente com um método no qual uma pesquisa acontece apenas com o clique do mouse, e não com o bater do teclado e o giro do pensamento.

Enfim, sempre teremos o poder de mudar a educação considerando a vontade tanto dos nossos governantes como também a vontade e consientização dos pais e educadores tanto na modalidade a distância quanto na convencional que a tempos conhecemos.

Espero que tenha sido de agrado de todos este breve "bate papo" e se querem mais vejam em DanielPaulino.net e @DanielPaulino.

Fonte: Oficina da Net

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