segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Fundamentos em Design III

* Artigo do site iConnect.

STYLING

Styling é uma das filosofias do design com ênfase em tornar um produto atraente para o consumidor a fim de vendê-lo. Tal filosofia é oposta ao. Funcionalismo seu maior representante foi Raymond Loewy. O Styling surgiu nos EUA após a quebra na bolsa de valores de 1929, com o intuito de incrementar as vendas e segundo Tomás Maldonado, corresponde a uma modalidade de design industrial que procura fazer o modelo superficialmente atraente, para disfarçar eventuais falhas na qualidade. Segundo Heskett (1997), o styling está associado à expansão da profissionalização do design nos EUA e responsável pela consolidação da figura do designer como consultor de empresas, firmando parcerias importantes com a indústria norte-americana.

Fonte: Oficina da Net

Fundamentos em Design II

* Artigo do site iConnect.

O USO DO TERMO EM OUTROS CONTEXTOS

Para Vidal Negreiros, renomado professor de Design na UFPE, o termo proposto para substituir Design é “desenhismo”, título de sua obra literária “Desenhismo” de 1996. O conceito de Design para o professor Vidal é todo o tipo de desenho que tem o objetivo de saciar os desejos da indústria. De certa forma, sem querer parecer pretensioso julgar um profissional de renome, existe em minha opinião certa lógica quando Vidal relaciona o desenho como Design e aindacomo fonte de preenchimento das necessidades da indústria, afinal uma indústria fabrica um determinado produto e este necessita de uma boa elaboração visual e funcional para ser bem aceito e comercializado e é aí que o termo Design pode ser contextualizado em uma associação com “desenho”, que segundo o Dicionário de Língua Portuguesa Aurélio, em sua primeira edição de 1988 defini o termo como:” Representação de formas sobre uma superfície, por meio de linhas, pontos e manchas, com o objetivo lúdico, artístico, científico ou técnico.” Já para Gui Bonsiepe, a denominação Design é como um tipo de interface, display entre indivíduos, produtos ou informações.

Atualmente a definição para Design segundo o catálogo de conceitos da língua portuguesa, é que o termo propriamente dito não significa desenho em si, mas comporta, abriga e associa o sentido de desenho como elemento de um processo criativo aplicado em um determinado fator. Portanto atualmente desenho não é senão uma das variáveis que constituem um projeto em Design.

Já na língua espanhola Design se refere a “diseño”, enquanto “dibujo” refere-se aí sim ao desenho propriamente. Então veja você, como o termo Design é amplamente diversificado, ou seja, quantas culturas têm um conceito próprio e aplicado ao mesmo. Este fator, muitas vezes e não raras poderá gerar conflitos quando uma equipe de Designers é formada por indivíduos de nacionalidades e culturas diferentes. Por este motivo, que a compreensão dos assuntos básicos em Design se torna importante fonte e instrumento que possibilita uma generalização etimológica, mas com um só
entendimento e aplicação.

Em uma das Escolas mais renomadas a nível internacional (mais adiante falaremos sobre um post específico desta), Bauhaus, adotou-se para o termo a expressão “Gestaltung” que significa o ato de lidar com as formas em um desenho ou uma formatação em algum tipo de projeto. Na década de 50 no Brasil, quando ocorrera a criação em nível acadêmico para o curso de Design, o termo adotado para tal foi “desenho industrial”, porque na época era proibido o uso de termos em outras línguas para conceituar o nome de um curso de nível universitário, como fora exposto neste parágrafo.

Atualmente, por definições do próprio Ministério da Educação, o termo Design é usado para definir melhor a prática do exercício profissional, bem como ser de mais fácil emprego e leitura, o que eu piamente concordo. Já o título de “desenhista industrial” está caindo em desuso dando origem ao termo mais adiante comentado que é Designer em inglês.

Fonte: Oficina da Net

Fundamentos Básicos em Design

* Artigo do site iConnect.

Inicialmente temos que abordar sobre o conceito de Design propriamente dito antes de introduzirmos a temática central, ou seja, o Design Gráfico que será apoiado nos fundamentos da obra “ Design Para Quem Não é Designer” do autor Robin Willians 8ª edição e outras bibliografias disponíveis.

Denomina-se Design qualquer processo criativo que se utiliza as mais variadas técnicas para conceber algum artefato através da elaboração e concepção de um projeto. As razões deste projeto são fundamentadas em:

1. Um objetivo.
2. Solução de um problema.

Entende-se objetivo neste contexto como uma meta para de uma idéia construir-se algum tipo de artefato ou serviço que propicia a divulgação deste. Quanto ao termo “problema”, define-se Design o processo pela qual uma análise, um estudo é realizado para facilitar ou suprir as necessidades ou as deficiências de um artefato criado por um determinado projeto mal sucedido.

Existe uma gama de especializações dentro do Design de acordo com o artefato a ser elaborado, concebido e desenvolvido. As mais comuns são:

  • Design do produto;
  • Design da moda;
  • Design gráfico;
  • Design de interiores;
  • Design Visual;
  • Design tipográfico;
  • Design editorial;
  • Design de embalagens;
  • Design institucional;
  • Design de jogos;
  • Design digital;
  • Design de hipermídia;
  • Web Design.
  • Entre outros

O termo Design deriva do Latim designare, sendo mais adiante adaptado para o inglês design. Quando foi incorporado ao português, os profissionais queriam que o termo fosse relacionado à prática profissional, o que eu pessoalmente concordo e defendo. Existe toda uma questão etimológica que não cabe a mim ressaltar, afinal isto é um Post que considero “líbero - cultural”, ou seja, aborda o assunto de forma a informar o conteúdo de alguma temática, mas deixa umespaço aberto a opiniões, afinal cada um tem a sua.

Portanto Design é o evento cujo objetivo é a criação de algo, que pode ser um utensílio doméstico à interface de navegação de um software, que se dá através de um projeto específico e que depende do tipo de especialidade em Design que o mesmo está sendo empregado.

Fonte: Oficina da Net

Em três anos, acesso à internet no Brasil cresceu 75,3%

* Artigo do site iConnect.

O acesso à internet no Brasil cresceu 75,3% de 2005 a 2008 e compreendeu cerca de 56 milhões de pessoas com 10 anos de idade ou mais. O percentual de brasileiros que acessou a rede pelo menos uma vez na vida passou de 20,9% para 34,8%.

Antes usada como fonte de conhecimento e auxiliar na educação, a internet tem sido mais acessada para facilitar a comunicação entre as pessoas no Brasil.

Essa foi a principal conclusão do Suplemento sobre o Acesso à Internet e Posse de Telefone Móvel Celular para Uso Pessoal sobre o uso da rede no período entre 2005 e 2008.

O estudo, divulgado hoje (11) pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística, teve como base a Pesquisa Nacional por Amostra de Domicílios (Pnad), também do IBGE.

O documento do IBGE também revela que o uso do telefone celular é uma realidade para mais da metade dos brasileiros. Entre 2005 e 2008, o percentual de usuários passou de 36,6% para 53,8%.

Repórter: Isabela Vieira

Fonte: Oficina da Net

Dell lança Smartphone Mini 3iX

* Artigo do site iConnect.


A Dell lançou segunda-feira, 1º de dezembro, o primeiro smartphone da marca. Batizado de Mini 3iX, o aparelho chega às lojas no fim do ano, por enquanto com exclusividade a Claro. A partir do próximo ano, as compras poderão ser efetuadas também pelo site da Dell, sem restrição de operadoras.

Com tecnologia 3G, os celulares têm tela touchscreen, câmera de 3 mega pixels, permite gravação de vídeos, possui sistema operacional Android e memória de até 35 GB. Pode ser encontrado nas cores pretas e bronze. A empresa ainda não divulgou o preço dos aparelhos.

Além do Mini 3iX, a Dell lançou também três laptops: o Adamo XPS, Inspiron 11z e Inspiron 1428. Entre eles a principal novidade é o Adamo XPS, o laptop mais fino do mundo, com espessura de 9,99 milímetros. A remessa para os clientes, já com o sistema operacional Windows 7 pré-instalado, custa a partir de R$ 8.999,00. "Os nossos engenheiros e designers estão rompendo novos parâmetros e jogando fora as regras antigas com a introdução do Adamo XPS", conclui Hans Erickson, diretor da área de consumidor final da Dell.

Fonte: Oficina da Net

Internet: É ou não uma amiga da Educação?

* Artigo do site iConnect.

Todos sabemos que cabe aos pais decidirem como usar essa poderosa ferramenta, a favor ou contra, amiga ou inimiga da educação e do desenvolvimento intelectual de seus filhos e alunos.

"A internet, muitas vezes, é vista como inimiga da educação." Eduardo Shinyashiki

Considerada as vezes como um ambiente descontrolado onde sobra material pornográfico, inutilidades várias e artigos de cultura inútil. Alguns profissionais, atualizados com as evoluções no mundo da comunicação e da web, enxergam esse mundo possível com outro olhar: nessa "terra sem lei", sobram oportunidades, mesmo que anárquicas, de conhecimento, ferramentas usáveis na sala de aula e fora dela, úteis na hora de manter o aprendizado dos alunos em momentos de diversão e descontração.

Apesar de não ser considerada uma fonte válida para trabalhos acadêmicos a Wikipédia é um dos exemplos mais claros de como o digital pode favorecer o conhecimento e o desenvolvimento intelectual. O site possui vários portais de conteúdo educativo com materiais de Arte, História, Matemática e Filosofia.

"É importante deixar claro que a internet só é fonte de conhecimento quando o usuário procura por esse conhecimento." Eduardo Shinyashiki

É nesse momento que o educador deve entrar em cena. Mostrar caminhos, abrir trilhas pelas teias de informação e mostrar o alvo certo ao aluno é o dever desse profissional. A escola deve obrigatoriamente ultrapassar as cadeiras tradicionais e invadir o espaço eletrônico, ensinando o aluno a utilizar com consciência o mundo de possibilidades que é a Web. Não podemos esperar que uma criança de nove anos ou até mesmo um jovem de 20 prefira o site da TV Escola aos jogos do Cartoon Network, é função de pais e educadores mostrar que sites educativos podem ser interessantes e divertidos. Só assim construiremos uma cultura de educação.

Quanto aos adolescentes, muito do que eles sabem sobre a internet foi aprendido de forma autodidata e é esse o problema, e muito desse aprendizado não foca na qualidade, mas na facilidade. Um exemplo claro é o número de trabalhos feitos na base do “copia e cola”. Esse "mau" hábito pede por reeducação e conscientização dos jovens, no sentido de que o aprendizado acontece superficialmente com um método no qual uma pesquisa acontece apenas com o clique do mouse, e não com o bater do teclado e o giro do pensamento.

Enfim, sempre teremos o poder de mudar a educação considerando a vontade tanto dos nossos governantes como também a vontade e consientização dos pais e educadores tanto na modalidade a distância quanto na convencional que a tempos conhecemos.

Espero que tenha sido de agrado de todos este breve "bate papo" e se querem mais vejam em DanielPaulino.net e @DanielPaulino.

Fonte: Oficina da Net

Google limita acesso gratuito a notícias

* Artigo do site iConnect.

O Google anunciou que vai limitar o acesso gratuito a notícias que exigem assinatura do conteúdo. Grandes grupos de mídia reclamam do sistema de indexação de notícias que pertence à empresa de tecnologia. Pelas novas regras do indexador Google News, cada usuário poderá ver, no máximo, cinco artigos diários de algum site que exige assinatura, como o Financial Times.

As alterações farão com que os jornais on-line disponibilizem apenas cinco páginas gratuitas por dia. Até hoje, quem acessava as notícias pelo Google News não sofria nenhum tipo de limitação. Alguns empresários do setor, com Rupert Murdoch, da News Corporation, acusavam o Google de faturar em cima do conteúdo produzido por suas empresas. Murdoch e outros empresários do setor abriram negociações com a Microsoft para fornecer conteúdo exclusivo ao site de buscas Bing, hoje o principal concorrente do Google.

"Se você é um usuário do Google, pode ser que comece a ver páginas de registro quando clicar mais de cinco vezes nos artigos de um mesmo site de notícias que usa o "Primeiro Clique Grátis", disse Josh Cohen - diretor de produtos do Google - em um post publicado no blog oficial do Google.

A decisão vem como uma resposta a um movimento de editoras de notícias que estavam considerando retirar os seus conteúdos do Google. A News Corp de Rupert Murdoch, que oferece a maioria dos seus conteúdos em base de subscrição, estava estudando bloquear o Google aos seus conteúdos.

Fonte: Oficina da Net

Google Dictionary: O dicionário próprio da Google

* Artigo do site iConnect.

O Google lançou o serviço de dicionário. Com quase 30 línguas que podem ser pesquisadas, o Google Dictionary define sinônimos e expressões usadas.

Um dos recursos é se você estiver registrado, poder marcar a palavra para usar como referência futura. Então toda vez que entrar na página inicial do dicionário, você poderá ver as palavras marcadas, uma espécie de favoritos.

As referências do Google são sites encontrados nas buscas, o mais ou os mais relevantes são apresentados. Faça um exemplo pesquisando sobre a palavra "abacate", a referência será o site da Wikipédia, que é o primeiro a ser exibido em uma pesquisa normal.

Empresas de dicionários online esperavam há muito por mais esta investida do Google. No entanto, o dicionário provavelmente ainda está em fase de testes e a empresa ainda deve adicionar mais ferramentas ao serviço. Confira os novos recursos no endereço www.google.com/dictionary.

Fonte: Oficina da Net

O anti-marketing das empresas de TI

* Artigo do site iConnect.

Estudos sobre riscos em projetos de TI demonstram uma quantidade excessiva de projetos iniciados e que são interrompidos bem antes do seu final; bem como projetos que atrasam ou superam em muito os custos estimados, frustrando tanto os clientes quanto os próprios fornecedores do serviço ou produto. Diversas causas podem explicar estes fatos e muitas são conhecidas pelos próprios envolvidos nos projetos.

A primeira causa para um insucesso em um projeto está na ausência da busca pela real necessidade ou desejo do cliente, quando o mesmo procura uma empresa de TI para informatizar algum processo até então manual. Segundo um dos autores mais respeitados da área, Philip Kotler, o conceito de Marketing se baseia fundamentalmente na criação de valor para o cliente. Ao afirmar que empresas de TI exercem o anti-marketing, refiro-me inicialmente a pouca atenção que elas dão aos motivos que levaram aquele cliente a criar e manter seus processos empresariais da maneira que existem ou, que na verdade, tentam sempre otimizá-lo ou adaptá-lo às suas próprias convicções a despeito do processo já em curso, no qual o mais capaz deveria ser considerado o próprio cliente. Dessa forma, o processo informatizado terá grande chance de não corresponder ao real processo de negócio em execução pelo cliente.

Uma forma de evitar este fato seria o questionamento incessante do “porquê” de cada item mencionado pelo cliente; pois, a partir dessa informação, a empresa de TI compreenderá o que realmente o cliente deseja, que muitas vezes não é o que ele expressa de início.

Ao passo que, ao não realizar este simples questionamento, os profissionais de TI fatalmente estarão realizando apenas uma inferência imprecisa da necessidade. Por outro lado, e considerando o aspecto psicológico da questão, é comum o fato do profissional da área de TI apresentar um ego elevado, onde acredita inconscientemente ser possível obter quase que de maneira telepática as necessidades do cliente ao invés de parar, escutar, e interpretar sob o ponto de vista do cliente tudo aquilo que ele tem a demandar.

Não raro o cliente é interrompido pelo profissional de TI, durante a explanação dos seus requisitos, com um: “já entendi” ou “ok, o que você quer, na verdade é...”. De fato, a vocação do profissional de TI em resolver problemas é tão grande, que, por vezes antes mesmo do cliente expor completamente sua necessidade, ele já está pensando e elaborando a solução. Desta feita, por mais que a solução seja criativa, e normalmente é por ser a criatividade uma característica inerente a este profissional, há grande risco de não atender o real desejo do cliente, pois nem mesmo foi ouvido.

Em um processo de marketing eficaz, a comunicação deve ser percebida tal qual mostrada, caso contrário, anti-marketing à vista! É parte integrante do planejamento estratégico a definição dos trade-offs, em outras palavras, tudo aquilo que a empresa não pretende fazer. Embora a área comercial geralmente não trabalhe com a premissa de que pode dizer não ao cliente, com receio de que ele desista de todo o negócio, a empresa em uma orientação estratégica deve definir isto para as áreas táticas e operacionais, deixando claro além do que fazer, o que não será feito pela empresa.

Aliado a isto deve-se evitar elaborar cronogramas de projeto que utilizem a capacidade máxima de recursos, pois certamente não haverá folga para tratar urgências, que fatalmente acontecerão, sem comprometer todo o projeto. Isto se faz necessário porque não é possível compatibilizar a concentração e o foco necessário no desenvolvimento de um projeto com as intermitências e “incêndios” em ambiente de produção.

O marketing, além de um processo de identificação e atendimento das necessidades e desejos do cliente, deve se esmerar em mostrar ao cliente os benefícios que ele obterá na aquisição e utilização correta do produto ou serviço e não focar nas qualidades técnicas do mesmo. Compartilhando desta teoria, a prototipação prevista na disciplina de Engenharia de Software é item fundamental para demonstrar esses benefícios, muito embora, ainda seja considerada custosa e desnecessária por muitos empreendedores da área de TI.

Em conseqüência, o tripé empresa, funcionário e cliente estará balanceado, cada qual com sua expectativa particular, pois nenhum deles teria exercido o papel que se espera sem motivação. E esta motivação pode ser obtida através do exercício pleno do marketing interno e externo em uma empresa de TI, transformando-a num sucesso de público e crítica!

AUTOR: Rydan Ravani é coordenador da área de desenvolvimento de software na Unisys – GOIS Brasil Solution Center – Site Belo Horizonte, além de especialista em Gestão Estratégica de Marketing e Informática
Fonte: B2B Magazine

Estudo associa vício de internet à autolesão em adolescentes

* Artigo do site iConnect.

Adolescentes com vício de internet são mais propensos a ter comportamento autolesivo, segundo um estudo conjunto feito pela China e Austrália.

Pesquisadores entrevistaram 1.618 jovens de entre 13 e 18 na província de Guangdong, na China, sobre comportamentos como bater em si mesmos, puxar o próprio cabelo, beliscar e queimar a si mesmos, ao mesmo tempo os submetendo a um teste para medir seu vício na internet.

Vício em internet é considerado um problema de saúde mental desde meados dos anos 1990, com sintomas semelhantes a outros vícios. O teste revelou que cerca de 10 por cento dos estudantes entrevistados tinham vício moderado, enquanto menos de um por cento demonstraram vício grave.

Os estudantes considerados moderadamente viciados em internet eram 2,4 vezes mais propensos a praticar a autolesão de uma a cinco vezes nos últimos 6 meses do que estudantes não viciados, afirmou o doutor Lawrence Lam, da Universidade de Notre Dame, na Austrália.

Já estudantes severamente viciados eram cinco vezes mais propensos que jovens não viciados a praticar a autolesão seis ou mais vezes nos últimos seis meses, relataram Lam e seus colegas da Universidade Sun Yat-Sen, da cidade de Guangzhou.

Fonte: Oficina da Net

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