segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Google limita acesso gratuito a notícias

* Artigo do site iConnect.

O Google anunciou que vai limitar o acesso gratuito a notícias que exigem assinatura do conteúdo. Grandes grupos de mídia reclamam do sistema de indexação de notícias que pertence à empresa de tecnologia. Pelas novas regras do indexador Google News, cada usuário poderá ver, no máximo, cinco artigos diários de algum site que exige assinatura, como o Financial Times.

As alterações farão com que os jornais on-line disponibilizem apenas cinco páginas gratuitas por dia. Até hoje, quem acessava as notícias pelo Google News não sofria nenhum tipo de limitação. Alguns empresários do setor, com Rupert Murdoch, da News Corporation, acusavam o Google de faturar em cima do conteúdo produzido por suas empresas. Murdoch e outros empresários do setor abriram negociações com a Microsoft para fornecer conteúdo exclusivo ao site de buscas Bing, hoje o principal concorrente do Google.

"Se você é um usuário do Google, pode ser que comece a ver páginas de registro quando clicar mais de cinco vezes nos artigos de um mesmo site de notícias que usa o "Primeiro Clique Grátis", disse Josh Cohen - diretor de produtos do Google - em um post publicado no blog oficial do Google.

A decisão vem como uma resposta a um movimento de editoras de notícias que estavam considerando retirar os seus conteúdos do Google. A News Corp de Rupert Murdoch, que oferece a maioria dos seus conteúdos em base de subscrição, estava estudando bloquear o Google aos seus conteúdos.

Fonte: Oficina da Net

Google Dictionary: O dicionário próprio da Google

* Artigo do site iConnect.

O Google lançou o serviço de dicionário. Com quase 30 línguas que podem ser pesquisadas, o Google Dictionary define sinônimos e expressões usadas.

Um dos recursos é se você estiver registrado, poder marcar a palavra para usar como referência futura. Então toda vez que entrar na página inicial do dicionário, você poderá ver as palavras marcadas, uma espécie de favoritos.

As referências do Google são sites encontrados nas buscas, o mais ou os mais relevantes são apresentados. Faça um exemplo pesquisando sobre a palavra "abacate", a referência será o site da Wikipédia, que é o primeiro a ser exibido em uma pesquisa normal.

Empresas de dicionários online esperavam há muito por mais esta investida do Google. No entanto, o dicionário provavelmente ainda está em fase de testes e a empresa ainda deve adicionar mais ferramentas ao serviço. Confira os novos recursos no endereço www.google.com/dictionary.

Fonte: Oficina da Net

O anti-marketing das empresas de TI

* Artigo do site iConnect.

Estudos sobre riscos em projetos de TI demonstram uma quantidade excessiva de projetos iniciados e que são interrompidos bem antes do seu final; bem como projetos que atrasam ou superam em muito os custos estimados, frustrando tanto os clientes quanto os próprios fornecedores do serviço ou produto. Diversas causas podem explicar estes fatos e muitas são conhecidas pelos próprios envolvidos nos projetos.

A primeira causa para um insucesso em um projeto está na ausência da busca pela real necessidade ou desejo do cliente, quando o mesmo procura uma empresa de TI para informatizar algum processo até então manual. Segundo um dos autores mais respeitados da área, Philip Kotler, o conceito de Marketing se baseia fundamentalmente na criação de valor para o cliente. Ao afirmar que empresas de TI exercem o anti-marketing, refiro-me inicialmente a pouca atenção que elas dão aos motivos que levaram aquele cliente a criar e manter seus processos empresariais da maneira que existem ou, que na verdade, tentam sempre otimizá-lo ou adaptá-lo às suas próprias convicções a despeito do processo já em curso, no qual o mais capaz deveria ser considerado o próprio cliente. Dessa forma, o processo informatizado terá grande chance de não corresponder ao real processo de negócio em execução pelo cliente.

Uma forma de evitar este fato seria o questionamento incessante do “porquê” de cada item mencionado pelo cliente; pois, a partir dessa informação, a empresa de TI compreenderá o que realmente o cliente deseja, que muitas vezes não é o que ele expressa de início.

Ao passo que, ao não realizar este simples questionamento, os profissionais de TI fatalmente estarão realizando apenas uma inferência imprecisa da necessidade. Por outro lado, e considerando o aspecto psicológico da questão, é comum o fato do profissional da área de TI apresentar um ego elevado, onde acredita inconscientemente ser possível obter quase que de maneira telepática as necessidades do cliente ao invés de parar, escutar, e interpretar sob o ponto de vista do cliente tudo aquilo que ele tem a demandar.

Não raro o cliente é interrompido pelo profissional de TI, durante a explanação dos seus requisitos, com um: “já entendi” ou “ok, o que você quer, na verdade é...”. De fato, a vocação do profissional de TI em resolver problemas é tão grande, que, por vezes antes mesmo do cliente expor completamente sua necessidade, ele já está pensando e elaborando a solução. Desta feita, por mais que a solução seja criativa, e normalmente é por ser a criatividade uma característica inerente a este profissional, há grande risco de não atender o real desejo do cliente, pois nem mesmo foi ouvido.

Em um processo de marketing eficaz, a comunicação deve ser percebida tal qual mostrada, caso contrário, anti-marketing à vista! É parte integrante do planejamento estratégico a definição dos trade-offs, em outras palavras, tudo aquilo que a empresa não pretende fazer. Embora a área comercial geralmente não trabalhe com a premissa de que pode dizer não ao cliente, com receio de que ele desista de todo o negócio, a empresa em uma orientação estratégica deve definir isto para as áreas táticas e operacionais, deixando claro além do que fazer, o que não será feito pela empresa.

Aliado a isto deve-se evitar elaborar cronogramas de projeto que utilizem a capacidade máxima de recursos, pois certamente não haverá folga para tratar urgências, que fatalmente acontecerão, sem comprometer todo o projeto. Isto se faz necessário porque não é possível compatibilizar a concentração e o foco necessário no desenvolvimento de um projeto com as intermitências e “incêndios” em ambiente de produção.

O marketing, além de um processo de identificação e atendimento das necessidades e desejos do cliente, deve se esmerar em mostrar ao cliente os benefícios que ele obterá na aquisição e utilização correta do produto ou serviço e não focar nas qualidades técnicas do mesmo. Compartilhando desta teoria, a prototipação prevista na disciplina de Engenharia de Software é item fundamental para demonstrar esses benefícios, muito embora, ainda seja considerada custosa e desnecessária por muitos empreendedores da área de TI.

Em conseqüência, o tripé empresa, funcionário e cliente estará balanceado, cada qual com sua expectativa particular, pois nenhum deles teria exercido o papel que se espera sem motivação. E esta motivação pode ser obtida através do exercício pleno do marketing interno e externo em uma empresa de TI, transformando-a num sucesso de público e crítica!

AUTOR: Rydan Ravani é coordenador da área de desenvolvimento de software na Unisys – GOIS Brasil Solution Center – Site Belo Horizonte, além de especialista em Gestão Estratégica de Marketing e Informática
Fonte: B2B Magazine

Estudo associa vício de internet à autolesão em adolescentes

* Artigo do site iConnect.

Adolescentes com vício de internet são mais propensos a ter comportamento autolesivo, segundo um estudo conjunto feito pela China e Austrália.

Pesquisadores entrevistaram 1.618 jovens de entre 13 e 18 na província de Guangdong, na China, sobre comportamentos como bater em si mesmos, puxar o próprio cabelo, beliscar e queimar a si mesmos, ao mesmo tempo os submetendo a um teste para medir seu vício na internet.

Vício em internet é considerado um problema de saúde mental desde meados dos anos 1990, com sintomas semelhantes a outros vícios. O teste revelou que cerca de 10 por cento dos estudantes entrevistados tinham vício moderado, enquanto menos de um por cento demonstraram vício grave.

Os estudantes considerados moderadamente viciados em internet eram 2,4 vezes mais propensos a praticar a autolesão de uma a cinco vezes nos últimos 6 meses do que estudantes não viciados, afirmou o doutor Lawrence Lam, da Universidade de Notre Dame, na Austrália.

Já estudantes severamente viciados eram cinco vezes mais propensos que jovens não viciados a praticar a autolesão seis ou mais vezes nos últimos seis meses, relataram Lam e seus colegas da Universidade Sun Yat-Sen, da cidade de Guangzhou.

Fonte: Oficina da Net

D-Link lança mini-modem com tecnologia 3G


* Artigo do site iConnect.

A D-Link anuncia o lançamento do mini-modem 3G DWM-152, cuja principal característica é permitir o acesso à Internet com alta velocidade, por meio do sinal de telefonia celular, principalmente em locais onde não há rede wireless disponível.

”O DWM-152 é um equipamento desbloqueado, portanto, pode ser utilizado com a rede 3G de todas as operadoras de telefonia celular”, afirma o gerente de produtos da D-Link Brasil para a área de telecomunicações, Giovani Pacífico.

Ao ser conectado à porta USB de um desktop ou notebook, o DWM-152 permite que os usuários usufruam de todos os benefícios da Internet, tais como transferir dados, baixar conteúdos multimídia e acessar e-mails, com mobilidade e em qualquer lugar. A velocidade máxima de download é 3,6 Mbps (megabits por segundo)

Para permitir o acesso à Internet, é necessária a utilização de um SIM Card (cartão que armazena dados do assinante) com serviço 3G habilitado pela operadora.

Com suporte às redes 3G nos padrões UMTS/HSDPA, o DWM-152 possui a funcionalidade de pen drive, por meio do leitor de cartão MicroSD com capacidade de leitura de um cartão com até 8GB para armazenamento de dados. Além disso, é um equipamento compacto e dispensa a utilização de baterias, cabos ou outros acessórios adicionais.
O preço sugerido do DWM-152 é R$ 299,00.

Google mostra resultados em tempo real

* Artigo do site iConnect.

O Google anunciou ontem mudanças no modo que os celulares farão buscas na web, envolvendo conceitos de voz, tradução e localização. Além disso, a busca na web passa a ter resultados em tempo real, incluindo notícias e Twitter, por enquanto limitados ao inglês.

"Tivemos 33 inovações em busca apenas nos últimos 67 dias", disse Marissa Meyer, vice-presidente de buscas do Google. Nos celulares, a primeira novidade é o Google Voice Search compatível com o idioma japonês. Vic Gundotra, vice-presidente de engenharia do buscador, demonstrou o uso do serviço em um celular com sistema operacional Android. Primeiro, mostrou a busca por voz em chinês (disponível desde o mês passado) e depois em japonês, com a ajuda de um intérprete. A busca por voz permite trazer, quase com perfeição, resultados de termos ditados pelo usuário no smartphone.

A segunda inovação mostrada pelo Google hoje foi um serviço de tradução no celular com o uso de voz. Gundotra falou algumas frases em inglês, o celular "entendeu" e trouxe um resultado em espanhol instantes depois, lidos por uma voz robótica no telefone.

Na localização, as buscas no celular agora permitem sugestões de informações e locais próximos ao usuário, em um novo recurso chamado "Near Me Now", assim como mostrar lojas na busca de produtos que têm o item em estoque. Finalmente, o executivo mostrou uma nova versão do Google Maps para Android, disponível a partir de hoje no Android Market.

Gundotra também mostrou um aplicativo, ainda parte do Google Labs, que permite pesquisar informações de produtos baseado em fotos, o Google Googles ¿ o exemplo utilizado foi uma garrafa de vinho, e o executivo encontrou informações sobre aquele vinho específico.

Apesar dos lançamentos em celular, o grande anúncio do Google em buscas foi a integração de resultados em tempo real, com notícias e posts publicados no Twitter. "Relevância, relevância, relevância. É a chave para o sucesso em buscas e é o que temos feito até então", disse Amit Singhal, Google Fellow. Apesar de só funcionarem nas buscas em inglês por enquanto, os resultados em tempo real devem ser lançados em outros idiomas no primeiro trimestre de 2010.

No exemplo em tempo real, ele buscou por Obama e as notícias começaram a aparecer instantaneamente na página de resultados. Esse recurso de busca em tempo real já pode ser usado na web e em celulares com sistema operacional Android e iPhone. Além do Twitter, perfis públicos do Facebook e MySpace também serão integrados ao sistema de resultados em tempo real.

Fonte: Oficina da Net

Sistema biométrico reconhece identidade por traços do rosto

* Artigo do site iConnect.

Um novo sistema de biometria que reconhece as pessoas pelos traços mais destacados do rosto com uma precisão de até 95% pode se tornar um novo tipo de documento de identidade pessoal. Uma das vantagens do sistema é que ele não precisa da interação direta das pessoas com o equipamento, como ocorre com a identificação biométrica por impressão digital ou íris do olho.

A técnica, desenvolvida por uma equipe de cientistas espanhóis, promete reconhecer a identidade das pessoas quando elas colocam seu rosto diante de um sistema eletrônico de identificação. Os pesquisadores pretendem tornar o sistema uma realidade implantada em larga escala o mais breve possível.

A pesquisa em técnicas de biometria facial foi realizada por cientistas da Universidade Carlos III de Madri utilizando técnicas de reconhecimento baseadas nos traços do rosto, buscando identificar as diferenças que o rosto de uma pessoa apresenta em relação aos outros.

"A diferença entre o nosso trabalho e a maioria dos que aparecem neste campo é a ideia de modelos individualizados", indica um dos autores da investigação, o matemático David Delgado Gómez, do departamento de Estatísticas da Universidade Carlos III, que desenvolveu a pesquisa junto a pesquisadores da Universidade Pompeu Fabra, de Barcelona, e da Universidade Técnica da Dinamarca.

"Nosso objetivo é criar um modelo para cada pessoa que identifique as características mais marcantes de cada rosto, como uma espécie de DNA facial", explica.

Um sistema de biometria facial possui, normalmente, três componentes. Uma câmera que registra a imagem, um software que identifica fatores na imagem, como por exemplo a geometria do rosto (disposição dos olhos, nariz, boca, etc). E, por último, é necessário um sistema que seja capaz de classificar estes elementos para diferenciar as pessoas.

Segundo os pesquisadores, a parte mais complexa da pesquisa ocorreu quando foi preciso combinar a geometria e a textura do rosto. "Apenas com a informação geométrica, se obtiam classificações muito baixas, por isso combinamos esta informação com a textura para obter um modelo mais encorpado e criamos uma fórmula estatística para combiná-las com a qual obtivemos bons resultados", indicou Delgado Gómez.

Os principais problemas que ainda impedem a utilização do sistema em larga escala são a iluminação, que pode mudar a cor do rosto da pessoa, e a passagem do tempo, já que o envelhecimento provoca mudanças no seu rosto que podem enganar os classificadores do sistema.

Fonte: Terra Espanha

quinta-feira, 7 de janeiro de 2010

Realidade Aumentada e Educação a distância. Dá certo?

* Artigo do site iConnect da Atena.

Se é verdade que as melhores tecnologias surgem na ficção, a Realidade Aumentada já nasce com uma apresentação invejável, pois pode ser percebida, por exemplo, na visão de robô de Arnold Schwarzenegger, em “O Exterminador do Futuro” (1984), e no “Homem de Ferro” (2008) de Robert Downey Jr. E tanta imaginação não demoraria a chegar à vida real, o que faz da Realidade Aumentada um dos campos mais vibrantes e promissores da Realidade Virtual.

Mas o que faz a Realidade Aumentada? Simples: é uma tecnologia que combina as imagens percebidas do mundo real com informações elaboradas na computação gráfica, criando uma nova percepção de realidade. E essa combinação só foi possível graças aos avanços nas tecnologias de reconhecimento de imagem e da própria computação gráfica, aliadas a sistemas de georreferência e ao surgimento de processadores mais poderosos, de telas mais finas e de câmeras mais leves e de alta resolução.

A tecnologia tem aberto diversas frentes de pesquisa. Uma delas é o estudo de interfaces. O engenheiro, doutor e professor Romero Tori tem se dedicado à pesquisa em inovações no Design de Interação usando Realidade Aumentada. “É um campo de pesquisas que se caracteriza pela multidisciplinaridade, pois combina conhecimentos de design com os de computação”, explica.

Tori, que atualmente orienta três estudantes de graduação em projetos de iniciação científica, tem trabalhos publicados sobre Realidade Aumentada em engenharia e em educação a distância.

Educação a distância

Uma vez que se perceba o alcance da Realidade Aumentada, é difícil encontrar um campo em que a tecnologia não possa ter uma contribuição decisiva. A educação a distância, por exemplo, é uma das áreas que pode ser beneficiada; especialmente agora, com a possibilidade de utilização de hardware, sistemas e componentes de baixo custo.

Um dos projetos que teve a participação de Tori, o VIDA, propõe o emprego da Realidade Aumentada na manipulação de corpos humanos em aulas de anatomia. Os sistemas, com interfaces avançadas, permitem que os alunos interajam com objetos 3D e simulem experiências reais. A vantagem é que os procedimentos podem ser repetidos inúmeras vezes, de diversas formas, tanto em cursos presenciais como a distância.

“Com a Realidade Aumentada é possível melhorar o envolvimento do aluno na educação a distância”, aposta Tori. “Pois eles poderão manipular os objetos no ar, como um holograma.” Seu trabalho consiste justamente em oferecer tais ambientes com base em equipamentos mais baratos.

“Equipar salas de aula com equipamentos que custam milhares de dólares por aluno pode ser inviável, mas acreditamos que é possível obter bons resultados usando técnicas 3D mais simples, usando até os óculos com lentes azuis e vermelhas para obter o efeito anaglifo”, explica.

Fonte: Oficina da Net

Chrome ganha extensões e versões para Mac e Linux

* Artigo retirado do site iConnect da Atena.

Após mais de um ano de espera, o Google liberou nesta terça-feira (8) o navegador Chrome para Mac e Linux. As extensões para o navegador - espécies de plugins (ou "add-ons", como no Firefox) - também foram oficialmente apresentadas, mas somente para usuários de Windows e de Linux. Todas as três novidades ainda se encontram em fase beta, mas já estavam disponíveis para desenvolvedores e usuários finais que ajudaram na finalização do software.

"Esperamos que as versões beta do Mac, Linux e as extensões sejam algumas das coisas na sua lista de desejos deste ano", disse Brian Rakowski, gerente de produtos do Google, em anúncio no blog da empresa. Mesmo como beta, as versões do browser para os sistemas operacionais prometem enfim alcançar usuários de outras plataformas concorrentes do OS da Microsoft.

Google Chrome para Mac

"Demorou mais do que queríamos, mas esperamos que tenha valido a pena", reitera Rakowski. O navegador tem como foco a velocidade, o design "limpo" com animações subliminares e efeitos para criar uma experiência mais coerente com o ambiente do OS X. Para quem tem um Mac e quer tentar a versão beta do browser, basta clicar aqui e instalar.

Google Chrome para Linux

Após muitos pedidos dentro do próprio Google, a empresa se viu obrigada a desenvolver uma versão do navegador para o sistema operacional de código livre. "Assim como o Google Chrome para Windows e Mac, focamos na velocidade, estabilidade e segurança, mas também quisemos um browser de alta performance que se integrasse bem com o ecossistema do Linux", disse o gerente de produtos. Para tanto, há suporte aos temas GTK, atualizações gerenciadas pelo sistema padrão de gerenciamento de pacotes e outras ferramentas naturais para quem utiliza o OS. Para baixar, clique aqui.

Extensões do Chrome para Windows e Linux

Disponível somente na versão beta do navegador, a possibilidade de adicionar novas funções ao Chrome o deixa mais perto da versatilidade do Firefox. Ferramentas úteis como um tradutor de páginas automático e avisos de novos e-mails no Gmail agora podem ser utilizados por qualquer um que tenha o browser no Windows ou Linux. São mais de 300 extensões na galeria, com promessa de serem disponibilizados para Mac em breve. É possível conferir as novidades clicando aqui.

Fonte: Oficina da Net


Microsoft testa novo buscador de pessoas

O EntityCube, ainda em fase experimental, busca e organiza informações sobre pessoas disponíveis na web.

Quando se faz uma busca com o nome de uma pessoa, o EntityCube devolve os resultados agrupados em seções: biografia, frases, atividades profissionais e citações. Mostra também um gráfico como volume de referências em redes sociais ao longo do tempo, além de uma lista de pessoas relacionadas. Isso vale para americanos famosos e outros não tão famosos. Mas fiz várias buscas com nomes de brasileiros e, em muitos casos, o EntityCube simplesmente mostra a página de resultados do Bing, em vez das informações agrupadas.

Um recurso que parece ser interessante, mas que não funcionou nos meus testes, é o Guanxi Map. Trata-se de um mapa de relacionamentos construído em Silverligh. Tem opções de mostrar relações pessoais ou acadêmicas. O nome Guanxi é uma referência ao conjunto de regras de relacionamento interpessoal da sociedade chinesa. Infelizmente, não consegui visualizar o Guanxi Map. Quando tentava, uma animação na tela indicava que o mapa estava sendo carregado, mas ele se recusava a aparecer.

O serviço tem uma versão em chinês, o Renlifang. Além disso, a tecnologia presente nele também é usada em outros serviços da Microsoft, como o Libra Academic Search e o Bing Shopping.


* Artigo retirado do site iConnect da Atena.



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